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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O que sonhava ser aviador virou marujo...

Meus amigos, essa eu não poderia deixar de comentar com vocês: eu, que quando criança e até adolescente, sonhava em ser piloto de avião hoje me vejo um piloto de barco!! 

Com vocês:  
Capitão Adriano !!!
(clique aqui)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Minha nada mole vida no Reveillon 2011

Olá amigos, tem novidade no meu blog pessoal!


Agora desmembrei meu blog, e coloco os assuntos pessoais ou mais relacionados à nossas experiências no Tocantins no blog Minha nada mole vida no Tocantins.


Convido-os a uma visita por lá e ver como foi o nosso Reveillon 2011.


Grande abraço!
Adriano Berger

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Eu e meu Caiaque Tubarão

Mais um sonho realizado! Acaba de chegar o brinquedo que desejo desde os tempos de criança: MEU CAIAQUE!!

Sabe quando brincamos de faz de conta e nos imaginamos com algo que não temos, mas que nos encheria de orgulho ter de fato? Pois é assim que me sentia, mas até então não havia tido a oportunidade de possuir um desses.

Mas com o convite de trabalho no Tocantins, numa cidade rodeada de um lago paradisíaco, algumas idéias antigas voltaram à tona, e a ideia de colocar um caiaque em cima do carro e sair para remar num vasto e tranqüilo lago voltou a rondar minha mente.

Dito e feito. Na primeira oportunidade que tive, quando aluguei um caiaque por uma hora no Rancho Sucupira, uma pequena e linda chácara turística à beira do lago, consegui convencer a esposa de que aquele seria meu presente para o dia dos pais. Comecei a pesquisar marcas e modelo na internet, e após uma semana de pesquisas decidi pela compra desse modelo chamado Tubarão, da marca Caiaker.

O Caiaker Tubarão

O barco escolhido é um modelo sit on top (onde você fica em cima, e não dentro dele) de lazer, mas com desenho que permite alcançar velocidade. Assim, pode ser utilizado para expedições, pesca ou simples passeio, mas não é adequado para competição ou esporte de manobra rápida em corredeiras.

No passeio inaugural, durante um romântico pôr do sol, o que eu não esperava era o tempo de adaptação, pois logo que sentei tive imensa dificuldade em equilibrar-me. É pura física: uma plataforma que boia, quase plana e um ser de 70 quilos em cima, sem um contra peso que equilibre o barco por baixo...

Depois da primeira sensação de desequilíbrio passei a remar e a me adaptar no navegável, e a sensação foi simplesmente incrível! Ele realmente pega uma velocidade gostosa, é bem mais confortável que o caiaque tradicional e, mesmo não me aventurando muito por estar ainda sem o colete salva-vidas, já pude ter certeza de que iria me divertir muito com o caiaque.

Fiz um caldo-teste, ou seja, rolei para a água e virei o caiaque para treinar o processo de retorno em caso de um imprevisto desses, e vi que apesar de difícil, basta um pouquinho de treino para concluir a volta bem mais depressa do que em minha primeira tentativa.

Para quem pensa em adquirir um barco desses, minha avaliação é a seguinte: após alguns minutos navegando o problema do desequilíbrio já estava perfeitamente superado. Durante as remadas só toma o caldo quem realmente não tiver nenhuma habilidade com caiaques. Parado em cima dele o equilíbrio é um pouquinho mais trabalhoso, mas nada tão dramático. Se você colocar as duas pernas na água, na posição de montaria, o equilíbrio é perfeito, você não vira de jeito nenhum... e essa será a estratégia para pesca. O caiaque é muito confortável, possui assento macio com encosto dobrável e apoio para os pés, o que torna o passeio muito mais prazeroso do que aquele no caiaque tradicional, que provoca uma tremenda dor nas costas.

Então é isso. Uma ótima semana para todos, e lutem pela felicidade! Vale a pena, e nem sempre custa tão caro...

Antes que seja tarde, deixe eu fazer meu agradecimento à Rosana Lessa, do Portal do Esporte, que me deu um atendimento nota 10 e cujo site foi onde encontrei o melhor preço e as melhores opções para a compra do caiaque. Deu tudo certo, a empresa é de confiança e eu recomendo. E ainda ganhei um colete salva vidas de brinde!!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Minha nada mole vida...

É meus amigos, sei que devo a todos algumas explicações de como está minha nada mole vida aqui nas terras tocantinenses.

Muitos tentaram nos desencorajar dessa aventura, diziam que era loucura deixar para trás a segurança do emprego, da casa própria, da estabilidade, da proximidade com a família e os amigos, da boa escola de minha filha, e tantos outros argumentos que nos mantinham numa zona de conforto impressionantemente boa nas terras paranaenses.

Mas como sou um tipo inquieto, recebi uma proposta profissional que em nada parecia loucura diante do que estava deixando para trás. Mas imaginem só que além de aceitar o trabalho teria que concordar com as condições de vida às quais iria me submeter e também a minha amada família.

Primeiro teria que concordar em conviver com o calor regional, problema que resolvi facilmente instalando nosso confortável parque aquático na ensolarada garagem de casa.

Também teria que concordar em viver na monotonia de uma cidade a beira rio, convivendo com pessoas estressadas como esse senhor aí, que logo me viu e convidou-me para uma pescaria dentro (isso mesmo, dentro!!) da represa.

Uma das coisas mais difíceis que temos enfrentado é decidir como investir nosso suado dinheirinho para que não vire poeira no período da escassez das chuvas. Ainda não chegamos num acordo sobre qual o nosso próximo veículo de passeio, pois alguns podem não caber no quintal de casa. Isso me obrigaria a desativar o parque aquático da garagem, o que vai contra os meus princípios, pois não há nada que substitua um relaxante mergulho na piscina depois de um dia de serviço...

Mas o que eu realmente não esperava em contar era com o tédio dessa cidade. Imaginem só que num domingo desses, já desenxavido com a péssima programação da TV aberta, botei a turma no carro e saímos sem rumo por aí. Peguei a estrada sentido sul e fui parar num vilarejo chamado Taquarussu.

O fato é que mesmo errando o caminho gastei só meia hora para chegar num lugar onde não havia nada para se fazer...

A paisagem quase me colocou em alfa, e ainda tinha que aturar o canto dos pássaros.

O mais difícil foi controlar minha filha, que esperava autorização para descer a cachoeira escorregando, coisa que me nego a permitir enquanto ela for menor de 5 anos.

Por fim, como já estava anoitecendo, voltamos para casa e ficamos pensando... que loucura foi essa de mudarmos para cá?! Como alguém pode ser feliz nesse lugar??

Ainda vou achar uma resposta, nem que seja obrigado a ficar aqui pelo resto da minha vida...