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domingo, 19 de agosto de 2012

Cemitério para corinthianos

Essa notícia eu li no blog do Marcondes Brito, que ao final do texto expressou sua opinião pessoal a respeito (Leia direto no blog clicando nesse link).

"A criatividade do marketing do Corinthians não tem limites. Agora, por sugestão do vice-presidente Luis Paulo Rosenberg, o Timão quer o seu torcedor ligado ao clube mesmo depois da morte e negocia a construção de um cemitério exclusivo para torcida. O local ainda não foi definido pelos dirigentes, mas o estudo tem como alvo a região do ABC paulista.

De acordo com Rosenberg, a criação de um cemitério particular seria uma forma de homenagear os torcedores que externaram sua paixão pelo clube em vida e reforçar a ideia de “amor eterno” ao Corinthians.

“A única certeza que todos nós temos é que morreremos. E no cemitério para corintianos, depois da vida, ele saberá que não ficará ao lado de um torcedor chato”, destacou Rosenberg, falando sério."

Sem mais delongas para não parecer demasiadamente tendencioso em minha opinião, acho que tal decisão é bastante razoável, uma vez que após a suada conquista da inédita Copa Libertadores nesse ano de 2012 (102 anos após sua fundação), o fiel corinthiano bem que merece, ao voltar ao pó da terra, repousar em uma tumba onde estará escrito a justa frase: Descanse em Paz...

E eu que pensava que já tinha visto de tudo nessa vida, ainda consegui me surpreender com mais essa ferramenta de trabalho: o Marketing Póstumo. Aquele que tira dinheiro do freguês até depois de morto...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O modelo de gestão mal escolhido

Um relacionamento empresarial de co-participação, ou seja, gerido simultaneamente entre duas pessoas jurídicas diferentes já não é fácil.

Imagine então você gerenciar uma entidade sem fins lucrativos, sem ser o dono dela de fato, nomeando dirigentes para diversos departamentos, e mesmo estando fortemente endividado realiza investimentos de alto risco e de alto valor para o mercado nacional, e ainda abrindo espaço para o torcedor sentir-se parte do negócio. E mais um detalhe: o torcedor auto-denomina-se "um bando de loucos"... essa receita tem tudo para não dar certo.

Estou falando do Corinthians. E mesmo sem querer ser repetitivo quero reafirmar aquilo que tenho dito em outros posts nesse mesmo blog, analisando friamente a situação como um empreendimento.

Veja só o resumo de como foi esse último fim de semana do clube, após derrota para o Atlético-GO, segundo Leandro Canônico, da Folha de São Paulo no dia 10/10/2010:

"Adilson Batista não teve um dia fácil neste domingo. Na verdade, a pressão começou no sábado, quando sete integrantes da maior organizada do clube se reuniram no Parque Ecológico com diretoria e líderes do elenco, como Alessandro, Paulo André, Roberto Carlos e William. Neste domingo, do vestiário, o treinador já sentiu a insatisfação da torcida com a escalação que mandaria a campo. Seria um dia para o Corinthians reviver tempos do velho Corinthians.

Demissão, vaias, bombas... Timão revive dia do 'velho' Corinthians

A torcida, então, parou de apoiar depois do apito final. Gritou “não é mole não, o Brasileiro virou obrigação”, “se não ganhar, o bicho vai pegar”, “queremos jogador”, entre outros gritos de pressão tradicionalmente usados. Acabada a partida, membros da maior organizadas do Timão foram tentar entrar no vestiário. Foram barrados e ficaram sem o mesmo privilégio que tiveram no sábado.

Já no vestiário do Pacaembu, tensão no ar. Antes do anúncio da demissão de Adilson Batista, 30 minutos de reunião lá dentro. Enquanto isso, a torcida se reunia, cada vez em maior número na porta do ônibus da delegação. Os jogadores, com medo, ficaram dentro do vestiário e só partiram para o veículo na hora de ir embora. Ouviram xingamentos dos mais variados tipos.

Dentro do estacionamento do estádio havia mais de 30 pessoas e do lado de fora do portão 23 mais uns 70 fanáticos. Antes disso, na Praça Charles Miller, principal acesso ao Pacaembu, a Polícia Militar teve de usar bombas de efeito moral, mas nenhuma ocorrência mais grave ocorreu.

Para quem estava acostumando com um Corinthians sem crise, de clima leve, o cenário de hoje faz o torcedor relembrar de tempos nada agradáveis, em que o clima de pressão era rotineiro e agressivo."


Vejam que o clube errou em muitos aspectos, e o maior deles foi prometer um ano cheio de títulos para comemorar os 100 anos de fundação sem considerar que para conquistar títulos deveria contar com itens como: o porte atlético de sua maior estrela; não poderia ter desfalques por contusão; os campeonatos são formados, inclusive, por adversários...

Esse foi o modelo de gestão escolhido por Andres Sanches: gastar o que não tem, promoter o que não pode prever e aumentar o status de uma torcida que não sabe perder... como qualquer outra torcida.

Resta esperar que isso não promova consequências mais graves, pois futebol é esporte, saúde e entretenimento, não há espaço para violência, e nem para rivalidade truculenta.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A nova era do futebol no Brasil

Prezados amigos e leitores que me acompanham por aqui, boa tarde!

Essa semana, a convite de uma amiga, escrevi para sua coluna de convidados um texto abordando o futebol do Brasil adentrando em uma nova fase de desenvolvimento, e vos convido a dar uma espiadinha no Apenas um Ponto Esportivo.

Lá tratei o futebol sob o aspecto empreendedor e catalisador de investimentos publicitários, tudo isso proporcionado após a chegada de... bom, o ideal é lerem o texto completo. Espero os amantes do futebol lá!!

Abraço a todos!
Adriano Berger

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O Vovô e os bebês

Texto de Alexandre Sewald postado no blog do Luiz Carlos em 11/08/09: http://colunas.globoesporte.com/luizcarlos/

Quando vejo o Vô Coxa no campo hoje, sinto uma ponta de inveja das crianças. No meu tempo de piá, não tínhamos em campo aquela figura simpática e alegre que tanto encanta as crianças. Jogando beijos e abraços, o Vô Coxa conquista os pequeninos corações daqueles que são o futuro do Alto da Glória.

Acho louvável a atitude mas também acho que o Coritiba poderia fazer melhor para recepcionar suas crianças. Como sou do time que prefere sugerir ao invés de apenas criticar, cito algumas coisas que podem ser reformuladas:

- Cardápio - Pão com bife (famoso PCB), cachorro-quente, pizza, pastel, quebra-queixo (doce de coco), salgadinhos e refrigerante definitivamente não são as melhores opções para as crianças. Em tempos em que até as multinacionais de bebidas perceberam a necessidade de oferecer produtos mais saudáveis, acho que era a hora de que outras guloseimas e sucos mais adequados ao pequerruchos sejam ofertados;
- Instalações - Qualquer mãe ou pai que sai de casa com uma criança entre 1 e 3 anos tem dentro de suas preocupações a disponibilidade de um lugar adequado e limpo para que possam trocar as fraldas de seus bebês. Percebi isso quando em março desse ano levei meu piá que então tinha 11 meses para o seu primeiro jogo no Alto da Glória.

Primeiro, tive que levar lenços umedecidos e fraldas o que me obrigou a levar uma mochila. Em tempos de beligerância entre torcidas, não me causaria surpresa se começassem a proibir a entrada de pastas e mochilas escolares nos estádios. Segundo, felizmente no período do jogo não houve necessidade de trocá-lo, mas se houvesse, teria que ser em um banco de concreto que não oferecia as melhores condições de limpeza e, felizmente naquele dia, o tempo estava apropriado para trocá-lo quase a céu aberto.

Nesse quesito, em uma pesquisa rápida, descobri que o Avaí oferece aos seus torcedores fraldários. Acho que é um espaço a ser pensado no nosso estádio. No que temos hoje e no que está por vir um dia. Uma visita em qualquer shopping da cidade dará a exata idéia de quanto espaço e o que é necessário oferecer.

Acredito ainda que seria possível a busca de parceiros para um projeto como esse. Para citar somente três gigantes do setor, Jonhsons&Jonhsons, Kimberly Clark e Procter&Gamble. Eles poderiam entrar no projeto e dar nome ao espaço dentro do estádio.

Acredito que esses dois pontos que não impossíveis de serem revistos por nossa diretoria trariam para o estádio mais famílias com seus pequeninos integrantes. Ainda que poucos façam de tudo para convencer a sociedade que estádio é lugar de vândalo eu tenho certeza de que não é.

Os estádios são da família. O nosso, da família Coxa-Branca, que não para de crescer. É só dar uma passada pelas maternidades e ver as decorações das portas dos quartos. Quando o meu filho nasceu, apenas um estava com as cores da concorrência. Todos os demais eram verde e branco!
Vamos agir no presente para garantir o futuro. Para um projeto como esse, estou à disposição para contribuir com mais idéias e detalhes para que sejam viabilizados.

Um grande abraço,
Saudações Alviverdes
Alexandre de Lima Sewald

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Patrocinadores e patrocinados... nada acontece por acaso

Vejam essa foto dos atletas do Corinthians:


O que há de relevante além do desrespeito aos 5 patrocinadores que pagaram caro para estampar suas marcas na camisa desse clube, almejando se promoverem principalmente no momento máximo da conquista, como bem apontou Emerson Gonçalves em seu blog?

Os únicos fiéis aos seus contratos milionário de patrocínio foram Ronaldo e Elias, o presente e o futuro no banco de imagens da Nike.

Quem acompanhar o site da multinacional verá que concentram todas as suas forças no Brasil nesses 2 atletas, que deram uma aula à diretoria do clube de como se honrar um compromisso com aqueles que lhes sustentam...

O Baú, o Banco Panamericano, a Batavo, etc, etc, etc não tiveram importância nessa conquista, pois tiveram suas marcas substituídas por uma camisa onde mais uma vez ganhou quem sabe explorar a força do marketing esportivo: a NIKE.

Parabéns à Nike, por mais essa brilhante jogada publicitária!!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Dizem que Ferguson é um treinador de sucesso...

Escrevi outro dia que a vida útil de um profissional de resultados seria de 3 anos no comando. Algumas pessoas concordaram, outras contestaram, de modo que todos teem o seu percentual de razão, pois estamos num universo dinâmico com regras e excessões, principalmente na área comportamental.

Mas o treinador Alex Ferguson tem sido usado como referência de que é possível obter sucesso mesmo após 24 anos no mesmo clube. Matei minha curiosidade fazendo uma pequena comparação. Levantei os títulos internacionais de Ferguson e os de Telê Santana durante sua passagem no SPFC, e vejam o que eu encontrei:


Ferguson em 24 anos no Manchester:

Mundial da Fifa 2008,
Copa Intercontinental 1999,
Liga dos Campeões da Uefa 1998 e 2007,
Recopa Européia 1990,
Supercopa Européia 1991


Telê em 4 anos no São Paulo:

Copa Intercontinental 1992 e 1993,
Copa Libertadores 1992 e 1993,
Recopa Sulamericana 1993 e 1994,
Supercopa dos Campeões da Libertadores 1993

O fato é que em 4 anos no São Paulo Telê ganhou mais títulos internacionais que Ferguson em 24 anos no Manchester. Não estou considerando os títulos nacionais, pois é óbvio que na Inglaterra é até covardia comparar o Manchester com a maioria dos outros clubes, onde nesses 24 anos ganhou 11 títulos do Campeonato Inglês, 05 Copas da Inglaterra, 03 Copas da Liga Inglesa e 08 Supercopas da Inglaterra.

Até esses números eu consideros pequenos para que Ferguson seja considerado um caso de sucesso como treinador vitalício de um clube com o peso do Manchester United desde 1985...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Patrocínio nos uniformes: inicia-se uma nova tendência?

Observe as duas fotos a seguir, mas não se deixe enganar: o atleta correndo no gramado é jogador de futebol, e o outro é piloto de Fórmula 1...


A pergunta que muitos estão fazendo é a seguinte: não aparenta desvalorização do clube esse excesso de anunciantes na camisa de um time de futebol do porte do Corinthians, que tem mais patrocinadores do que um uniforme de piloto de corrida?

A resposta foi dada na lata por Rosenberg, que foi desafiado por Andrés Sanches a fazer o que fosse necessário para viabilizar a libertadores no ano do Centenário.

Esteticamente é questionável. É claro que uma camisa lisa é mais bonita, mas os fins justificam os meios. Na caça por recursos financeiros, velhos tabus e costumes do mercado da bola precisaram ser quebrados.

Em resumo, para manter um time grande às vezes é preciso agir como time pequeno. Algum problema? O importante é competir... e ser competitivo.

sábado, 14 de março de 2009

Uma nova moda: Marketing de Oportunidade

Técnicas antigas são sempre renovadas. E no mundo do marketing, difícil é encontrar alguma estratégia recente que já não tenha sido utilizada no passado, porém, sem o mesmo alarde.

Acontece que muitas ações eram utilizadas sem “batismo”, ou seja, eram apenas utilizadas mas ninguém dava muita importância a elas no âmbito científico dos negócios.

No mercado do futebol, que antes era um esporte e agora é um veículo de comunicação, velhos hábitos passaram a ser nominados, pois entrou definitivamente no mundo business.

A moda agora é o Marketing de Oportunidade. E surgiu com força graças a dois fatores de impacto:

1 – O Corinthians, clube de massa e de maior audiência no Brasil, montou uma estratégia ambiciosa para buscar patrocínios de valores galácticos para o mercado nacional;

2 – O jogador Ronaldo, indiscutivelmente conhecido no mundo da bola como Fenômeno, retorna aos gramados jogando pelo Corinthians, sendo ele próprio a estratégia do clube para seus objetivos.

A soma dos fatores poderia ter um final feliz para o clube, não fosse a crise internacional e a dúvida de grandes grupos com relação ao Timão. Veja por quê:

- Ronaldo vinha de uma contusão a um ano sem jogar, de onde já não estava mais em grande fase na Europa, e longe do prestígio ainda mantido por craques veteranos como Beckham e Verón;
- Ronaldo, fora dos gramados, foi protagonista das revistas de fofoca com atitudes pitorescas, nada desportivas, o que poderia ser uma má relação entre sua imagem e a marca de um produto (lembre-se, por exemplo, que o astro das propagandas das Casas Bahia – “quer pagar quanto?” – por ter sido visto desfilando na parada gay, em São Paulo, foi imediatamente tirado do ar, por falta de identidade com a marca).
- O Corinthians é um clube que, apesar da força no Brasil, não tem um impacto relevante na mídia desportiva internacional. Após os primeiros jogos de Ronaldo no Timão, será que ele daria audiência por quanto tempo nos tablóides internacionais?

Visto isso, diferente do que pretendia a diretoria corinthiana, ninguém se dispôs a pagar o valor pedido, o que obrigou o clube a jogar sem patrocinadores na camisa. E o pior: faltava-lhe recursos para cumprir suas despesas mensais.

Daí ressurgiu o Marketing de Oportunidade: aproveitar uma brecha ou uma necessidade de alguém para divulgar sua marca a um custo mais acessível, mais negociável, e de menor risco.

E quem soube explorar essa oportunidade, certamente se deu bem. Em jogos locais e ainda sem o craque, marcas nacionais e populares estamparam a camisa do Corinthians. Porém, no jogo de estréia do Fenômeno, exatamente diante de um clube que também abrigava o ex-craque Denílson (Itumbiara-GO), o medo de se investir num negócio ainda em formação impediu o Timão de estampar uma marca forte em sua camisa, onde ninguém se arriscou em utilizar o marketing de oportunidade.

Já no próximo jogo, com a exposição da mídia mensurável, uma empresa internacional fez uso da ferramenta de comunicação e promoveu a sua marca na camisa corinthiana.

Mas ainda ficam alguns alertas:

1 - Qual a duração da repercussão desse investimento?
2 - Que tipos de negócios ou marcas podem se beneficiar do marketing de oportunidade no esporte?
3 – Que retorno esperar do isolado impacto do marketing de oportunidade?
4 – Como estabelecer uma boa relação entre a marca e seu o objetivo, a categoria desportiva e o nicho de consumidores atingidos?

Por falta de planejamento e análise minuciosa, empresários podem utilizar a ferramenta certa na hora e local errado. E perdem dinheiro. E acham que o negócio não é bom...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Síndrome de Rivaldo: um grande craque será um grande dirigente?

Já tem alguns anos que, trabalhando frente a lojas de departamento e supermercados, percebo um vício do RH das empresas: promovem funcionários ótimos e de confiança para cargos de liderança.

Também existe um erro de ótimos líderes que surgiram a partir de uma função primária, e hoje não se conformam em ver que 99,9% das pessoas não teem qualidades iguais às suas para chegarem onde ele próprio chegou.

O erro está em não avaliar ou preparar adequadamente as pessoas para assumirem um cargo de liderança, que é muito diferente da antiga função de realizar com destreza e dedicação seu trabalho braçal.

Comandar pessoas é mais difícil do que ser domador...

Rivaldo voltou às origens, à sua terrinha querida, ao time que o lançou ao futebol nacional e internacional, o Mogi Mirim, como presidente. Esperava trazer sua experiência de jogador bem sucedido e formar um grande time, com pessoas comprometidas em campo, com sonhos e com a ambição de aparecerem chegando à Europa um dia com a estrela de Rivaldo.

Estamos na décima rodada do paulistão 2009, e tudo o que o Mogi Mirim conquistou foi 01 vitória, 02 empates e 07 derrotas. Seus jogadores não brigam por vitória em campo com a mesma vontade com que brigam para melhorar seus salários e renovação dos contratos. E Rivaldo, com sua habilidade gerencial, após sofrer críticas da torcida e da imprensa, acaba de colocar a presidência à disposição.

O que o ex-craque não esperava é que pessoas são pessoas, suscetíveis às suas necessidades, ansiedade por status, e auto motivação formada pela expectativa de um time dirigido por Rivaldo e com Giovanni no ataque.

Rivaldo está frustrado, pois sonhava ver um elenco com a mesma raça e determinação que ele nos tempos do Carrossel Caipira. Cometeu o mesmo erro de achar que seu exemplo seria parâmetro para os demais, para fazer um time vencedor com pelo menos alguns “Rivaldos” em campo.

Que sirva de exemplo para ídolos como Rogério Ceni, Zico, e por que não lembrar de Dinamite no Vasco... esse já chegou onde queria. Um grande craque e ídolo da torcida dentro de campo irá tornar-se um dirigente vencedor?

Como disse o filósofo Romário ao ser cortado da seleção de Zagallo em 1998: treinador não serve pra nada, quem ganha jogo é jogador...