terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Mau atendimento: a turma dos vendedores ruins está impossível esse ano!

Meu ano começou com o pé direito, mas não posso dizer o mesmo dos vendedores de algumas empresas que, sinceramente... estão lá fazendo não sei o quê.

Estou em plena correria para concluir uns servicinhos em casa antes de ir para minha nova residência. No sábado a tarde, quando todas as lojas de materiais de construção e acabamentos estavam fechadas, uma se dignou a abrir. Claro, esse deve ser o diferencial competitivo que encontraram para suprir a falta de qualidade no atendimento.

Chegando lá nem estava tão cheia, pelo contrário. Havia um número até reduzido de pessoas com o mesmo objetivo que o meu. Andamos, andamos, andamos... olhamos, olhamos, olhamos... procuramos, procuramos, procuramos... mas ninguém se dignou a perguntar a razão de nossa visita. Interrompi o atendimento de um vendedor pedindo que procurasse alguém para nos atender ao que ele foi pronto, e logo em seguida foi anunciado no auto-falante para um vendedor dirigir-se lá para a sessão de pisos e azulejos. Mas ninguém chegou. Reclamei em voz alta dizendo "vamos embora, que não tem gente pra atender nessa loja".

Observando num quiosque de salgados que ficava bem naquele departamento de pisos, havia duas pessoas lanchando com um uniforme diferenciado, tipo de encarregados ou gerentes, sei lá. Quase 10 minutos depois de nossa peregrinação, logo após meu desabafo, um vendedor chegou no quiosque e abordou uma desses pessoas pedindo para validar uma condição especial de preço para uma venda. Ela pegou a papelada, levantou e foi com ele até o cliente.

Avaliei as seguintes questões:

1 - Se essa funcionária que estava no quiosque estava em horário de descanso ou almoço, não deveria estar de uniforme no interior da loja papeando no quisque;
2 - Se ela não estava em horário de descanso, fez de conta que não me viu, e mesmo após meu desabafo não se dignou a me abordar para pedir um pouco paciência para ser atendido;
2 - Se ela era gerente ou encarregada, mesmo em horário de descanso vestida com uniforme da loja, deveria ter me abordado ao perceber minha impaciência e falta de atendimento por parte de seus vendedores.

Em resumo, eu entrei, andei, olhei produtos e saí sem que minha presença fosse notada numa loja de nome até respeitável na cidade de Maringá. Não esperava ser atendido prontamente, sei esperar minha vez. Mas um bom atendimento seria alguém me abordar e dizer pelo menos "aguarde só mais um pouquinho que já iremos atendê-lo". Eu sou apenas mais um consumidor que gasta menos do que gostaria por falta de vontade dos que trabalham mal, inspirados muitas vezes pelos próprios chefes...