segunda-feira, 23 de maio de 2011

O polêmico Kit Gay e a pergunta: o MEC sabe o que está fazendo?!

O Domingo Espetacular da Rede Record veiculou uma matéria que considero irrepreensível nesse último domingo - 22 de maio - sobre o Kit Gay produzido pelo MEC.

Não quero ficar aqui reescrevendo a matéria, mas minha opinião a esse respeito segue a mesma linha de meu ponto de vista sobre a legalização do matrimônio de pessoas do mesmo sexo: acredito que o governo está destinando tempo precioso, e agora também dinheiro em bom montante, para discutir fatos que não são mais prioritários do que muitos outros que assolam nossa nação, muitos inclusive de interesse dos homossexuais.

O que se percebe é uma falta de foco para o problema em si levantado: o preconceito e a intolerância da sociedade desde o período escolar. Nesse contexto, o MEC oferece um briefing aos idealizadores da campanha que mais parece um material ensinando a tornar-se homossexual do que ajudando a juventude a compreender a opção de vida de seus colegas em questão.

A lição de casa que proponho aos ilustres secretários públicos ou membros de alguma comissão do MEC destinada a esse fim é que busquem melhores alternativas para se tratar o problema na fonte, a saber:

1 - Conferir o mesmo status dos afrodescendentes aos homossexuais, ou seja, estabelecendo-se censura para o uso pejorativo ou de cunho discriminatório a personagens ou termos que venham a lesar ou colocar em constrangimento os membros dessa "tribo";

2 - Desenvolver campanhas que promovam a aceitação das diferenças com a mesma linha de argumentos como promovem a aceitação de pessoas com Síndrome de Down.

Tudo isso deve ser feito partindo-se do princípio de que o homossexualismo é de fato um comportamento não oriundo de vontade própria, ou seja, o homossexual não escolheu ser assim, ele apenas assumiu e admitiu sua real condição de ser diferente daquilo que morfologicamente é.

Em outras palavras, cabe ao poder público reconhecer a causa homossexual em sua luta por viver e conviver socialmente proibindo que a mídia utilize esse termo de forma satírica e pejorativa. Assim os personagens, piadas e imitadores que venham a utilizar o homossexualismo como uma aberração em suas apresentações devem ser proibidos de utilizar esse mote com o mesmo rigor como foi tratado o assunto do racismo.

Não sei se deu para entender minha crítica: o governo reconhece o casamento homossexual mas não trata como crime de danos morais e constrangimento os personagens, piadas e termos ofensivos envolvendo o homossexual.

Diante disso, cabe aqui refazer aquela pergunta: se os homossexuais desejam se fazer respeitar, não deveriam eles próprios usarem meios mais adequados? A começar pela extinção daquelas paradas do orgulho gay promovidas regularmente. Através do quê, o respeito está longe de ser conquistado... 

Há mais uma questão um tanto hipócrita que permeia a pauta do homossexualismo: a diferença entre apoiar e tolerar. Muitos dizem que apoiam a causa, mas se você perguntar "você gostaria que seu filho fosse homossexual?" a resposta imediata é "Não". Portanto não apóiam, apenas toleram. No seu íntimo não concordam que o homossexualismo seja algo bom para os seus.

Outros utilizam o assunto da moda (sim, homossexualismo está na moda!) para se promover como socialmente responsáveis, como uma pessoa moderna e atual autodenominando-se bissexual, como Preta Gil por exemplo. No meio artístico dizer-se bissexual é chique, e se isso não causa nenhuma mudança em sua real condição sexual, certamente influencia muitos que os assistem, promovendo o crescimento desenfreado de pessoas que adotam essa idéia desde o período escolar (coisa que não acontecia na década de 80). Daí cabe nova pergunta: na década de 80 haviam menos pessoas geneticamente pré-dispostas ao homossexualismo do que hoje, ou essa tendência comportamental é um efeito mais social do que genético?

Se for um efeito provocado por influência social então em vão está trabalhando o MEC, ou melhor, está trabalhando para promover o crescimento do homossexualismo. E eu te pergunto: investir no projeto Kit Gay trará algum benefício à coletividade? Quem ganha com a promoção do homossexualismo? Nem o próprio homossexual ganha com isso... Questões muito complexas todas essas.

Uma ótima semana a todos!