domingo, 7 de março de 2010

Bebê encontrado na empresa

A quase dez anos atrás li um textinho muito curioso na revista Você S/A, que inclusive aproveitei para uma prova na disciplina de Qualidade no Atendimento Hospitalar que lecionei num curso de auxiliar de enfermagem.

Porém perdi o arquivo e hoje encontrei texto semelhante em um fórum de discussões, o qual quero reproduzir aqui para meus amigos.

Segue:

Em uma determinada empresa foi encontrado na porta um bebê recém-nascido, que imediatamente foi entregue a um diretor. A diretoria, muito preocupada, determinou ao RH que esclarecesse os seguintes pontos:

1) Se o achado era produto da casa;

2) Se algum funcionário da empresa estava envolvido com a criança.


Depois de longa investigação, o RH elaborou um relatório dizendo que o bebê encontrado não poderia ser produto da casa, pelas seguintes razões:


a) Na empresa nunca se fêz nada com prazer e amor;

b) Na empresa jamais duas pessoas colaborariam tão intimamente entre si por um pbjetivo em comum;

c) Na empresa nunca foi feito nada que tivesse pé nem cabeça;

d) Na empresa jamais foi concluído um trabalho perfeito no prazo de nove meses...


Isso lhe parece familiar?