Se você é um líder incapaz de racionalizar os problemas debatendo pacificamente as propostas de solução e melhorias trazidas por seus colaboradores, então sua empresa nunca vai ser grande. Você está tirando a criatividade e pró atividade de seu time
Se você é um líder que se prende a acontecimentos do passado e velhas opiniões sobre seus colaboradores, e não consegue assimilar a ideia de que as pessoas evoluem, amadurecem e mudam sua conduta, então sua empresa nunca vai ser grande. Você não olha para frente e não dá créditos para sua equipe.
Se você é um líder que subjuga seus colaboradores após algum erro cometido ignorando todo o trabalho realizado diariamente a favor de sua empresa, então sua empresa nunca vai ser grande. Você está sendo ingrato com seu pessoal.
Se você é um líder crítico e viciado em suas providências, e que não valoriza as decisões tomadas por seus líderes, então sua empresa nunca vai ser grande. Você está alienando, acabando com o ímpeto e a livre iniciativa de seus colaboradores.
Se você é um líder que se fecha com profissionais de seu círculo de segurança e refuta qualquer opinião diferente às construídas por seu time, então sua empresa nunca vai ser grande. Você é inseguro e seus conhecimentos provavelmente são limitados para analisar opiniões contrárias.
Mas se você disser que é exatamente igual a um desses líderes e que sua empresa já é grande, então cuidado: você pode pôr a perder todo o seu patrimônio da noite para o dia.
Sua gestão já deve ser motivo suficiente para dar início a um clima de morosidade e baixo desempenho em sua equipe, e levará seus melhores homens para empresas mais éticas, profissionalizadas e humanizadas, pois são dignos de respeito, aspiram reconhecimento por seus esforços e talvez sejam empregáveis segundo aquilo que o mercado capitalista altamente competitivo demanda. Ficarão com você os fracos e acomodados, e por isso sua empresa não vai ser grande.
O mercado concorrencial está cada dia mais voraz, e a seleção natural eliminará os gestores menos estratégicos e mais rudimentares, fortalecendo aqueles que compreendem a mão de obra como fonte de resultados movida por um relacionamento de respeito. Esses gestores atrairão para si os melhores, com quem vale a pena batalhar e crescer no mundo dos negócios.
Em resumo, o sucesso de um empreendedor está baseado não apenas na análise estratégica do negócio, mas na gestão compartilhada de conhecimentos em um ambiente de respeito, cooperação e motivação.
Que vençam os melhores!
Um bate papo com opiniões sobre pessoas, famílias, empresas e negócios reunidos em um só lugar.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
O melhor ano de todos
Bem amigos, agora é pra valer: 2015 chegou, e veio para ficar. Os prognósticos dos economistas e jornalistas políticos não são dos melhores, e não é para menos...
Quero desejar a você que lute para que 2015 seja o melhor ano de todos! Se você se apegar à crise prometida, então teremos uma crise ainda maior. Mas se você decidir lutar pelo que é seu, mesmo que dê as primeiras caminhadas rumo à sua liberdade financeira, tenho certeza que vai chegar lá.
Você pode estar entre os milhares de brasileiros que pagam um plano de saúde e não dependem mais do SUS; pode estar entre os milhares que pagam escola para os filhos e não dependem de vaga em escola pública. Mas isso não depende de mim, nem de Dilma e nem de mais ninguém. Só depende de você.
Você pode não ter formação, teve uma base escolar muito fraca, nunca pôde fazer faculdade. Tudo isso é compreensível. Mas você tem uma força instintiva como qualquer outra pessoa chamada FORÇA DE VONTADE, e se usá-la na sua plenitude poderá chegar onde muitos, com as mesmas limitações que as suas, já chegaram.
Você pode estar vivendo entre as galinhas, mas é um filhote de águia. Se tentar sair do chão e voar, vai conseguir. Se parar de ciscar e tentar caçar roedores, você vai conseguir. Basta que tente, que faça um esforço maior do que esse que te arrasta no decorrer dos anos. Se não tentar descobrir sua força e convencer-se de que é mesmo galinha, então será sempre galinha.
Tudo o que fizer, faça da melhor maneira possível. A cada emprego que passar dê o seu melhor, honre o seu crachá, respeite os seus patrões, pois você nunca sabe com qual deles terá início a sua escalada rumo à profissionalização e liberdade financeira.
Portanto meus amigos, desejo a todos vocês que em 2015 tomem essa decisão: façam desse ano o melhor ano de todos, antes que ele termine e você continue procurando o culpado por ter permanecido do mesmo jeito que começou...
Quero desejar a você que lute para que 2015 seja o melhor ano de todos! Se você se apegar à crise prometida, então teremos uma crise ainda maior. Mas se você decidir lutar pelo que é seu, mesmo que dê as primeiras caminhadas rumo à sua liberdade financeira, tenho certeza que vai chegar lá.
Você pode estar entre os milhares de brasileiros que pagam um plano de saúde e não dependem mais do SUS; pode estar entre os milhares que pagam escola para os filhos e não dependem de vaga em escola pública. Mas isso não depende de mim, nem de Dilma e nem de mais ninguém. Só depende de você.
Você pode não ter formação, teve uma base escolar muito fraca, nunca pôde fazer faculdade. Tudo isso é compreensível. Mas você tem uma força instintiva como qualquer outra pessoa chamada FORÇA DE VONTADE, e se usá-la na sua plenitude poderá chegar onde muitos, com as mesmas limitações que as suas, já chegaram.
Você pode estar vivendo entre as galinhas, mas é um filhote de águia. Se tentar sair do chão e voar, vai conseguir. Se parar de ciscar e tentar caçar roedores, você vai conseguir. Basta que tente, que faça um esforço maior do que esse que te arrasta no decorrer dos anos. Se não tentar descobrir sua força e convencer-se de que é mesmo galinha, então será sempre galinha.
Tudo o que fizer, faça da melhor maneira possível. A cada emprego que passar dê o seu melhor, honre o seu crachá, respeite os seus patrões, pois você nunca sabe com qual deles terá início a sua escalada rumo à profissionalização e liberdade financeira.
Portanto meus amigos, desejo a todos vocês que em 2015 tomem essa decisão: façam desse ano o melhor ano de todos, antes que ele termine e você continue procurando o culpado por ter permanecido do mesmo jeito que começou...
FELIZ ANO NOVO!!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Marketing pessoal x conhecimento
Vejam só esse diálogo ocorrido a certa altura de uma entrevista de emprego:
Entrevistador - Não pude deixar de notar que o Senhor, apesar do status elevado adquirido como profissional, não usa um carro de luxo. Não seria mais adequado, devido a sua posição social?
Entrevistado - Meu status atual é pai, esposo e servo de Deus. Minha condição profissional e financeira de momento podem significar algo para a sociedade, mas segundo meu status, preocupo-me apenas em utilizar o carro mais conveniente para minhas expectativas pessoais, independente da expectativa das pessoas a meu respeito.
Entrevistador - Por essa resposta posso compreender o por quê de o senhor não estar utilizando roupas que evidenciam uma grife...
Entrevistado - Brilhante observação! Trago comigo a objetividade, o conforto e a conveniência na forma de me vestir, pois o que tenho a oferecer profissionalmente não sofre a influência dos acessórios. Meu histórico confirma que não foi a marca da camisa, do relógio ou o corte de cabelo que me ajudaram a trazer os resultados que meus contratadores esperavam.
Entrevistador - Então o senhor não se preocupa em andar fora da moda?
Entrevistado - Sim... me preocupo em não parecer ridículo no contexto. Mas não me preocupo se minha camisa custa 79,90 ao invés de 300,00, e nem me obrigo a usar um relógio de 5.000,00 só para ver as horas.
Entrevistador - Mas esse ponto de vista pode desvalorizar a sua pessoa perante outros executivos.
Entrevistado - Executivos com essa superficialidade eu não faço muita questão de ter ao meu lado. Prefiro trabalhar com quem seja capaz de valorar a minha capacidade produtiva após um diálogo.
Entrevistador - Mas muitos executivos do mesmo porte do senhor gastam com artigos de luxo e esse dinheiro não lhes falta falta no final do mês.
Entrevistado - Concordo com você e respeito o meio de vida deles. Porém, eu tenho valores sociais próprios e sinto-me perfeitamente bem adaptado a isso, sem me preocupar com o que pensam a meu respeito. Não é o status social que me proporciona satisfação.
Entrevistador - O quê lhe proporciona satisfação?
Entrevistado - Realizar. Para mim é indiferente que alguém me diga um "parabéns", ou "muito obrigado por tudo isso", pois o simples fato de ver a minha obra realizada no trabalho e minha família com qualidade de vida me envaidece.
Entrevistador - Então o montante de pagamento que a empresa lhe oferecer não tem muita importância para o senhor?
Entrevistado - Tem sim, pois trata-se de valorizar o resultado que eu me proponho a oferecer com as ferramentas que posso disponibilizar através do conhecimento agregado. O meu custo de vida é adaptável e não tem relação com o valor do meu trabalho.
Bem, os amigos devem estar pensando que aqui jogamos por terra todos os estudos de marketing pessoal para a projeção de carreira.
Mas engana-se quem define marketing pessoal apenas como uma forma de se apresentar. Está implícito nesse contexto a forma de se promover através da boa fala, velocidade de raciocínio para a defesa de argumentos e consolidação da personalidade.
Ás vezes pode ser muito mais prejudicial para a sua imagem a cópia de um esteriótipo visual sem conteúdo para garantir o sucesso na hora H do que o preparo através de um vasto aparato de conhecimentos gerais, personalização do caráter e segurança em expor quem você realmente é.
Estamos diante de uma sociedade fútil e relativamente superficial, onde o "parecer ser" ganha dimensões superiores ao "ser de fato" na valorização pessoal. O tempo que se dedica a construir valores pessoais através daquilo que a sociedade convencionou como certo tem desviado o foco das pessoas para o que realmente importa, que é a visão e percepção do que não se enxerga com os olhos.
Essa síndrome da auto afirmação e de sensação de aceitação social tem tirado o sono e consumido o capital de muita gente, ao passo que quem está dedicado ao próprio desenvolvimento e bem estar está em paz consigo e em harmonia com o mundo.
Assim, não é o deixar de vestir-se com grife que estou defendendo. Mas convido-o a pensar que ao desenvolver seu marketing pessoal lembre-se sempre do pós-venda (pós-primeira impressão). Ou seja, o que as pessoas vão pensar sobre você após conhecê-lo verdadeiramente.
Entrevistador - Não pude deixar de notar que o Senhor, apesar do status elevado adquirido como profissional, não usa um carro de luxo. Não seria mais adequado, devido a sua posição social?
Entrevistado - Meu status atual é pai, esposo e servo de Deus. Minha condição profissional e financeira de momento podem significar algo para a sociedade, mas segundo meu status, preocupo-me apenas em utilizar o carro mais conveniente para minhas expectativas pessoais, independente da expectativa das pessoas a meu respeito.
Entrevistador - Por essa resposta posso compreender o por quê de o senhor não estar utilizando roupas que evidenciam uma grife...
Entrevistado - Brilhante observação! Trago comigo a objetividade, o conforto e a conveniência na forma de me vestir, pois o que tenho a oferecer profissionalmente não sofre a influência dos acessórios. Meu histórico confirma que não foi a marca da camisa, do relógio ou o corte de cabelo que me ajudaram a trazer os resultados que meus contratadores esperavam.
Entrevistador - Então o senhor não se preocupa em andar fora da moda?
Entrevistado - Sim... me preocupo em não parecer ridículo no contexto. Mas não me preocupo se minha camisa custa 79,90 ao invés de 300,00, e nem me obrigo a usar um relógio de 5.000,00 só para ver as horas.
Entrevistador - Mas esse ponto de vista pode desvalorizar a sua pessoa perante outros executivos.
Entrevistado - Executivos com essa superficialidade eu não faço muita questão de ter ao meu lado. Prefiro trabalhar com quem seja capaz de valorar a minha capacidade produtiva após um diálogo.
Entrevistador - Mas muitos executivos do mesmo porte do senhor gastam com artigos de luxo e esse dinheiro não lhes falta falta no final do mês.
Entrevistado - Concordo com você e respeito o meio de vida deles. Porém, eu tenho valores sociais próprios e sinto-me perfeitamente bem adaptado a isso, sem me preocupar com o que pensam a meu respeito. Não é o status social que me proporciona satisfação.
Entrevistador - O quê lhe proporciona satisfação?
Entrevistado - Realizar. Para mim é indiferente que alguém me diga um "parabéns", ou "muito obrigado por tudo isso", pois o simples fato de ver a minha obra realizada no trabalho e minha família com qualidade de vida me envaidece.
Entrevistador - Então o montante de pagamento que a empresa lhe oferecer não tem muita importância para o senhor?
Entrevistado - Tem sim, pois trata-se de valorizar o resultado que eu me proponho a oferecer com as ferramentas que posso disponibilizar através do conhecimento agregado. O meu custo de vida é adaptável e não tem relação com o valor do meu trabalho.
...
Bem, os amigos devem estar pensando que aqui jogamos por terra todos os estudos de marketing pessoal para a projeção de carreira.
Mas engana-se quem define marketing pessoal apenas como uma forma de se apresentar. Está implícito nesse contexto a forma de se promover através da boa fala, velocidade de raciocínio para a defesa de argumentos e consolidação da personalidade.
Ás vezes pode ser muito mais prejudicial para a sua imagem a cópia de um esteriótipo visual sem conteúdo para garantir o sucesso na hora H do que o preparo através de um vasto aparato de conhecimentos gerais, personalização do caráter e segurança em expor quem você realmente é.
Estamos diante de uma sociedade fútil e relativamente superficial, onde o "parecer ser" ganha dimensões superiores ao "ser de fato" na valorização pessoal. O tempo que se dedica a construir valores pessoais através daquilo que a sociedade convencionou como certo tem desviado o foco das pessoas para o que realmente importa, que é a visão e percepção do que não se enxerga com os olhos.
Essa síndrome da auto afirmação e de sensação de aceitação social tem tirado o sono e consumido o capital de muita gente, ao passo que quem está dedicado ao próprio desenvolvimento e bem estar está em paz consigo e em harmonia com o mundo.
Assim, não é o deixar de vestir-se com grife que estou defendendo. Mas convido-o a pensar que ao desenvolver seu marketing pessoal lembre-se sempre do pós-venda (pós-primeira impressão). Ou seja, o que as pessoas vão pensar sobre você após conhecê-lo verdadeiramente.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
O sucesso que você alcança após a morte
Em debate recente durante uma aula de filosofia contemporânea, coloquei-me a ponderar sobre o assunto traçando um paralelo entre a atualidade e as outras fases da filosofia na vida pessoas.
O fato é que em sua origem, a filosofia buscava o conhecimento através do questionamento, estabelecendo um vínculo inseparável entre a explicação propriamente dita e a razão naquilo que se observava nos fenômenos sociais, materiais e físicos. Para o filósofo não bastava explicar e justificar qualquer coisa. Precisava haver racionalidade, lógica, nexo, e não apenas crença ou herança do conhecimento já estabelecido como verdade. Esse era a principal divergência entre a filosofia e a religião.
Dali em diante passaram-se muitos anos e o pensamento filosófico foi evoluindo, como qualquer outra ciência, pois o mundo mudou. O homem mudou, a ciência evoluiu e os campos de ciência social também alcançaram resultados inovadores, o que trouxe como principal conseqüência (ou característica) a perda de força das velhas doutrinas e valores comportamentais ditos cristãos na vida das pessoas. Essa foi uma característica verificada desde o final do século XX, onde as expectativas sociais do mundo consumista e igualitário, principalmente com a mulher conquistando o conhecimento acadêmico, o mercado de trabalho e a própria independência financeira, já não se enquadravam mais àquilo que as igrejas apostólicas ensinaram durante todos os anos de existência da religião cristã.
Nesse momento a sociedade construiu intuitivamente uma nova percepção sobre o direito individual, tendo a sua liberdade como um bem inabalável, o que provocou um distanciamento das pessoas das regras comportamentais impostas pelas religiões desde a sua origem.
Esse fenômeno originou uma nova necessidade e consequências pontuais, estabelecendo uma característica que considero a mais marcante no pensamento filosófico atual. De imediato, o desenvolvimento social do indivíduo na busca de sua individualidade trouxe à tona a quebra de tradicionais valores familiares e sociais com a ascensão da valorização do indivíduo e seus próprios conceitos e objetivos pessoais. Daí vem o aspecto que justificou a produção desse artigo: a busca pelo sucesso.
Em sua caminhada rumo ao sucesso (mais do que necessário para a sua própria sobrevivência), o indivíduo, não medindo esforços para alcançá-los, abre mão do relacionamento familiar, do vínculo e estabilidade matrimonial e até de um plano profissional de médio e longo prazo, buscando satisfazer suas expectativas imediatas. Suas necessidades de projeção social prevalecem a qualquer outro propósito, o que os leva a uma vida aparentemente solitária, altamente informatizada e desapegada de qualquer outra coisa que possa atrasá-los em sua busca. E assim o novo homem alcança seus objetivos, mas não se considera ainda “um sucesso”.
Nesse momento é necessário diferenciar “sucesso” de “conquista”. A conquista é mensurável, o sucesso não. A conquista satisfaz um desejo projetado, mas o sucesso nunca se alcança, pois não se sacia após uma conquista. E uma vez reconhecido isso, mesmo sem perceber, o homem moderno passou a sentir falta de uma busca que norteasse a sua vida por toda a sua existência, e daí ressurge a religião em um novo formato: a religião através da espiritualização, e não mais normatizando comportamentos sociais.
A nova sociedade, após “libertar-se” das doutrinas impostas pelas religiões, voltou a buscar um sentido para sua vida através do qual tivesse sempre uma meta a conquistar, dia após dia, através da espiritualização, um caminho de paz, um sentimento de justiça e proteção divina, inclusão e ao mesmo tempo liberdade em uma sociedade religiosa que não lhe impusesse regras mais rígidas do que aquelas que o próprio mundo lhes impõe como cidadãos.
Todo esse contexto explica a visão moderna da filosofia, a qual compactua com uma verdade que combateu em sua origem: a de que o pensamento místico e religioso podem conviver pacificamente com o conhecimento através da razão.
Essa visão certamente foi uma construção baseada no avanço da ciência, a qual dá por consolidado aquilo que a filosofia original trouxe como herança ao mundo moderno, que é a busca da racionalidade em todas as esferas do conhecimento, inclusive no teológico aceitando o ser humano como alguém que necessita da fé no invisível para satisfazer necessidades interiores latentes para o alcance do sucesso pleno, aquele que se conquista após a morte através da ascensão espiritual.
E é nesse momento que cessa a etapa de conquista e o homem é declarado oficialmente um cidadão que alcançou o sucesso, vencendo obstáculos durante toda a sua vida até o dia da sua morte.
Com isso, concluo esse estudo conceituando a filosofia contemporânea como aquela que reconhece o pensamento e a razão como uma busca pelo conhecimento e auto-conhecimento, dando ao homem a liberdade de, mesmo detentor do conhecimento pleno acessível acerca de diversas ciências, poder buscar o conhecimento espiritual, com base na fé, percepção de sentimentos únicos e indefiníveis no qual cada um estabelece a sua porção de certeza e razão.
O fato é que em sua origem, a filosofia buscava o conhecimento através do questionamento, estabelecendo um vínculo inseparável entre a explicação propriamente dita e a razão naquilo que se observava nos fenômenos sociais, materiais e físicos. Para o filósofo não bastava explicar e justificar qualquer coisa. Precisava haver racionalidade, lógica, nexo, e não apenas crença ou herança do conhecimento já estabelecido como verdade. Esse era a principal divergência entre a filosofia e a religião.
Dali em diante passaram-se muitos anos e o pensamento filosófico foi evoluindo, como qualquer outra ciência, pois o mundo mudou. O homem mudou, a ciência evoluiu e os campos de ciência social também alcançaram resultados inovadores, o que trouxe como principal conseqüência (ou característica) a perda de força das velhas doutrinas e valores comportamentais ditos cristãos na vida das pessoas. Essa foi uma característica verificada desde o final do século XX, onde as expectativas sociais do mundo consumista e igualitário, principalmente com a mulher conquistando o conhecimento acadêmico, o mercado de trabalho e a própria independência financeira, já não se enquadravam mais àquilo que as igrejas apostólicas ensinaram durante todos os anos de existência da religião cristã.
Nesse momento a sociedade construiu intuitivamente uma nova percepção sobre o direito individual, tendo a sua liberdade como um bem inabalável, o que provocou um distanciamento das pessoas das regras comportamentais impostas pelas religiões desde a sua origem.
Esse fenômeno originou uma nova necessidade e consequências pontuais, estabelecendo uma característica que considero a mais marcante no pensamento filosófico atual. De imediato, o desenvolvimento social do indivíduo na busca de sua individualidade trouxe à tona a quebra de tradicionais valores familiares e sociais com a ascensão da valorização do indivíduo e seus próprios conceitos e objetivos pessoais. Daí vem o aspecto que justificou a produção desse artigo: a busca pelo sucesso.
Em sua caminhada rumo ao sucesso (mais do que necessário para a sua própria sobrevivência), o indivíduo, não medindo esforços para alcançá-los, abre mão do relacionamento familiar, do vínculo e estabilidade matrimonial e até de um plano profissional de médio e longo prazo, buscando satisfazer suas expectativas imediatas. Suas necessidades de projeção social prevalecem a qualquer outro propósito, o que os leva a uma vida aparentemente solitária, altamente informatizada e desapegada de qualquer outra coisa que possa atrasá-los em sua busca. E assim o novo homem alcança seus objetivos, mas não se considera ainda “um sucesso”.
Nesse momento é necessário diferenciar “sucesso” de “conquista”. A conquista é mensurável, o sucesso não. A conquista satisfaz um desejo projetado, mas o sucesso nunca se alcança, pois não se sacia após uma conquista. E uma vez reconhecido isso, mesmo sem perceber, o homem moderno passou a sentir falta de uma busca que norteasse a sua vida por toda a sua existência, e daí ressurge a religião em um novo formato: a religião através da espiritualização, e não mais normatizando comportamentos sociais.
A nova sociedade, após “libertar-se” das doutrinas impostas pelas religiões, voltou a buscar um sentido para sua vida através do qual tivesse sempre uma meta a conquistar, dia após dia, através da espiritualização, um caminho de paz, um sentimento de justiça e proteção divina, inclusão e ao mesmo tempo liberdade em uma sociedade religiosa que não lhe impusesse regras mais rígidas do que aquelas que o próprio mundo lhes impõe como cidadãos.
Todo esse contexto explica a visão moderna da filosofia, a qual compactua com uma verdade que combateu em sua origem: a de que o pensamento místico e religioso podem conviver pacificamente com o conhecimento através da razão.
Essa visão certamente foi uma construção baseada no avanço da ciência, a qual dá por consolidado aquilo que a filosofia original trouxe como herança ao mundo moderno, que é a busca da racionalidade em todas as esferas do conhecimento, inclusive no teológico aceitando o ser humano como alguém que necessita da fé no invisível para satisfazer necessidades interiores latentes para o alcance do sucesso pleno, aquele que se conquista após a morte através da ascensão espiritual.
E é nesse momento que cessa a etapa de conquista e o homem é declarado oficialmente um cidadão que alcançou o sucesso, vencendo obstáculos durante toda a sua vida até o dia da sua morte.
Com isso, concluo esse estudo conceituando a filosofia contemporânea como aquela que reconhece o pensamento e a razão como uma busca pelo conhecimento e auto-conhecimento, dando ao homem a liberdade de, mesmo detentor do conhecimento pleno acessível acerca de diversas ciências, poder buscar o conhecimento espiritual, com base na fé, percepção de sentimentos únicos e indefiníveis no qual cada um estabelece a sua porção de certeza e razão.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Segunda-feira, dia de reunião
Se você leu o título dessa postagem e ficou feliz, parabéns: você é um profissional de sorte, está sendo conduzido por um líder. Mas se quando você leu esse título bateu aquele desgosto, sinto muito... você é mais um daqueles que trabalham para um chefe.
Resolvi escrever esse artigo só para destacar o quanto alguns transformam um evento importante como a reunião de trabalho em um castigo, momentos de angústia e aborrecimento a muitos profissionais de sua empresa.
Em primeiro lugar, reunião não deve ter dia e hora certa no calendário. Reunião serve para solucionar problemas ou traçar objetivos. Se na sua empresa você tem reunião conjunta com os departamentos toda semana no mesmo dia, isso é sintoma de chefia incompetente. E sabe como eu cheguei a essa conclusão? Basta analisar o mundo animal: os animais selvagens marcam seu território urinando no entorno de tudo aquilo que eles consideram "seu". É por isso que antes das reuniões semanais os funcionários dizem "vamos lá, que o chefe vai dar outra mijada em nós...". Isso mesmo, o chefe reafirma seu comando através das reuniões semanais, mais para mostrar quem é que manda do que para resolver problemas práticos da empresa e traçar novos objetivos.
Com exceção das reuniões que têm foco nos resultados alcançados e discussão de propostas para a nova semana, as reuniões que envolvem todas as gerências da empresa não passam de reafirmação de conceito: aqui tem chefe.
Por isso se você é um líder da corporação faça reuniões semanais sim, mas com grupos específicos, tratando de assuntos pertinentes a cada departamento.
Agora, se o seu negócio depende de uma integração entre setores que operam com a mesma atividade-fim, ou seja, todos estão realizando atividade convergente, daí sim a reunião em grupos maiores se justifica. Isso aplica-se a uma equipe de obra, por exemplo, onde todos estão trabalhando na construção, mesmo que em atividades distintas; ou em um supermercado, onde há grupos muito ligados no atendimento/venda ao cliente; e até no hospital, enfim. Mesmo assim, cabe aqui uma ressalva, pois o setor de contabilidade, CPD, financeiro, RH e marketing desses empreendimentos normalmente não estão ligados diretamente ao mesmo propósito de quem está na linha de frente, pois são suporte operacional (retaguarda), devendo, portanto, desconectar-se dos assuntos do primeiro grupo e terem suas atividades discutidas separadamente.
Poderia passar a tarde aqui falando dos prós e contras das reuniões de trabalho, pois todas elas podem ser positivas, mas muitas acabam sendo negativas, dependendo da forma e objetivo com que são conduzidas.
Portanto, se você vai marcar uma reunião prepare-se com uma boa pauta e coloque-se no lugar do ouvinte para projetar a repercussão e os resultados. Pois ao término você estará sendo avaliado pelos participantes, e sua liderança poderá ser colocada em cheque.
Resolvi escrever esse artigo só para destacar o quanto alguns transformam um evento importante como a reunião de trabalho em um castigo, momentos de angústia e aborrecimento a muitos profissionais de sua empresa.
Em primeiro lugar, reunião não deve ter dia e hora certa no calendário. Reunião serve para solucionar problemas ou traçar objetivos. Se na sua empresa você tem reunião conjunta com os departamentos toda semana no mesmo dia, isso é sintoma de chefia incompetente. E sabe como eu cheguei a essa conclusão? Basta analisar o mundo animal: os animais selvagens marcam seu território urinando no entorno de tudo aquilo que eles consideram "seu". É por isso que antes das reuniões semanais os funcionários dizem "vamos lá, que o chefe vai dar outra mijada em nós...". Isso mesmo, o chefe reafirma seu comando através das reuniões semanais, mais para mostrar quem é que manda do que para resolver problemas práticos da empresa e traçar novos objetivos.
Com exceção das reuniões que têm foco nos resultados alcançados e discussão de propostas para a nova semana, as reuniões que envolvem todas as gerências da empresa não passam de reafirmação de conceito: aqui tem chefe.
Por isso se você é um líder da corporação faça reuniões semanais sim, mas com grupos específicos, tratando de assuntos pertinentes a cada departamento.
Agora, se o seu negócio depende de uma integração entre setores que operam com a mesma atividade-fim, ou seja, todos estão realizando atividade convergente, daí sim a reunião em grupos maiores se justifica. Isso aplica-se a uma equipe de obra, por exemplo, onde todos estão trabalhando na construção, mesmo que em atividades distintas; ou em um supermercado, onde há grupos muito ligados no atendimento/venda ao cliente; e até no hospital, enfim. Mesmo assim, cabe aqui uma ressalva, pois o setor de contabilidade, CPD, financeiro, RH e marketing desses empreendimentos normalmente não estão ligados diretamente ao mesmo propósito de quem está na linha de frente, pois são suporte operacional (retaguarda), devendo, portanto, desconectar-se dos assuntos do primeiro grupo e terem suas atividades discutidas separadamente.
Poderia passar a tarde aqui falando dos prós e contras das reuniões de trabalho, pois todas elas podem ser positivas, mas muitas acabam sendo negativas, dependendo da forma e objetivo com que são conduzidas.
Portanto, se você vai marcar uma reunião prepare-se com uma boa pauta e coloque-se no lugar do ouvinte para projetar a repercussão e os resultados. Pois ao término você estará sendo avaliado pelos participantes, e sua liderança poderá ser colocada em cheque.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Os novos governos e o combate à criminalidade
Estou à procura de quem pensa a longo prazo, com ênfase na desconstrução da criminalidade através de trabalhos sociais maciços nos bairros e famílias, além de trabalho pesado na repressão dos usuários de drogas, pois é onde se gera a demanda crescente, resultando na oferta abundante (o traficante). Ao invés de construir mais presídios, precisam construir centros de recuperação avançado e gratuito a usuários de droga de todas as classes sociais. Deixar essa solução no amadorismo e boa vontade dos milhares de pastores, igrejas e voluntários que prestam esse serviço Brasil a fora não é suficiente para a solução do problema.
O crescimento da criminalidade no Brasil é o resultado de efeitos de ação e reação na sociedade onde, por um lado, a falta de oportunidades de trabalho leva alguém ao mundo do crime, e por outro, o aumento de renda de muitas famílias leva cada vez mais jovens, sem orientação e acompanhamento familiar adequado, ao consumo de drogas. E então o ciclo torna-se crescente com todas as demais consequências indiretas e letais à sociedade.
Daí aparece o político espertalhão e critica a gestão anterior, que não destinou recursos ao policiamento das cidades. E então, vamos usar a tática da câmera de segurança, que filma o bandido mas não impede o crime?? Vamos nos contentar com a vingança de prender o assassino, mesmo sabendo que nada trará a vítima de volta? Policiamento não reduz o crime, só o transporta para outro lugar. É como as UPP's do Rio, que transferiram os traficantes para outra boca de fumo e nada mais. Ou alguém acha que os traficantes da região pacificada foram ao SINE procurar emprego... Isso sem falar no objetivo de fato dos sistemas prisionais, que é "ressocializar o infrator". Eis aqui o que chamam de ressocialização no Brasil:
Vamos abrir os olhos e filtrar o blá-blá-blá de sempre para buscar um projeto de governo focado em soluções de curto, médio e longo prazo. Reduzir a criminalidade é projeto de longo prazo, para ver os resultados após 10 anos de investimento, visando fazer com que as crianças de hoje não experimentem drogas e nem busquem ganhar a vida traficando quando chegarem aos 18.
Você conhece alguma criança que sonha em ser traficante? Pegunte o que ela quer ser quando crescer para ver se ela diz "ladrão" ou "traficante"! Todo mundo quer ter uma profissão, mas a falta de oportunidades e descaso social do Estado, que não cumpre com a democrática Constituição de 88, os leva a usar e vender drogas depois de adultos.
E pensar que é tudo tão simples de se fazer: investindo-se em escolas públicas de qualidade, com orientação pedagógica, religiosa e social profissionalizada, com alimentação de qualidade, atividades extra-classe de interesse da juventude, tudo mudaria paulatinamente. Você combateria a ignorância com ensino de verdade, promoveria integração social e inserção de valores morais ao cidadão, tiraria crianças do ambiente do crime e da vida fácil dos pequenos furtos, formaria estudantes com potencial para o estudo acadêmico, melhoraria o perfil dos candidatos a vagas de primeiro emprego, e no prazo de 10 anos, investindo-se de verdade e com volume de dinheiro suficiente para sustentar essa estrutura em todo o país, o número de usuários de droga e a criminalidade cairia para números muito menores. Precisamos fechar essa fábrica de bandidos chamada "desigualdade social", alimentada pela desigualdade cultural, pela falência dos valores morais e civis e pela falta de incentivo aos empregadores.
Agora, um governo não se constrói com miopia administrativa, pois com a extinção do analfabeto funcional e melhoria nos índices de aproveitamento escolar, o desenvolvimento econômico através de uma política tributária mais razoável, revisão da CLT e o incentivo de fato ao empreendedorismo torna-se crucial para a absorção de uma mão de obra juvenil ansiosa por mostrar serviço, com aumento de fato nos contratos de trabalho formais e redução das falências de micro e pequenas empresas.
Enfim, filosofando sobre esse tema, volto a lamentar a fraca atuação e planejamento dos candidatos aos governos do Brasil, onde via de regra busca-se muito mais influência e poder político do que ação de fato nos temas apontados diariamente pelo povo através da imprensa. E assim caminharemos mais uma vez a quatro anos de mediocridade administrativa, sem nenhuma solução de fato aos temas de maior importância à coletividade. O brasileiro padrão segue como em sua histórica "evolução": alienado, abandonado pelo sistema e sem capacidade de construir uma crítica contundente até para cobrar seus governantes. Vale a pena ver de novo?
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Hipossuficiência nas relações jurídicas é coisa do passado
A hipossuficiência é a denominação que se dá à parte fraca de alguma relação, aquela que depende de outra direta ou indiretamente, onde seu poder de argumentação ou sua vontade de fato pouco vale perante a parte forte, a que detém o controle da situação.
A Lei Maria da Penha, que protege a mulher vítima de abusos, violência e opressão no ambiente doméstico e familiar, é um exemplo da clara importância de se considerar a hipossuficiência da mulher perante o próprio marido, que a sustenta, oferece moradia e possui maior força física para controlá-la, ao invés de respeitá-la.
Porém, há inúmeras situações onde a hipossuficiência já não é mais um termo a ser considerado como verdade absoluta em diversos tipos de situações onde, outrora, tinha sim o seu fundamento.
Vejam bem os amigos o que significa um mercado capitalista, onde a livre concorrência torna o comerciante e o industrial obrigados a respeitar e oferecer o seu melhor ao consumidor, sob o risco de sucumbir diante de uma concorrência mais ética e estruturada. Em um cenário competitivo, o poder de fiscalização e de escolher onde e como comprar pertence ao consumidor, outrora chamado de hipossuficiente por não ter opções de escolha.
Hoje o consumidor se dá ao luxo de emitir seus comentários em rede nacional através das redes sociais sobre aquilo que ele julga tratar-se de um mau atendimento, criando uma perda considerável na credibilidade de um comerciante ou industrial diante de um fato que pode bem ser mera mentira. A Coca Cola é vítima freqüente desse tipo de ato, onde a parte reconhecida como hipossuficiente fala e escreve o que bem entende sobre seus produtos sem risco de punição, através da garantia constitucional da livre expressão.
O consumidor, em um mercado concorrencial, necessita sim dos órgãos de proteção para apoiá-lo, sem custo, na solução de conflitos na esfera de consumo, e nada mais do que isso, ressarcindo-o de eventual prejuízo material através de uma conciliação entre as partes. O que a lei chama de “danos morais” está se transformando em uma indústria de indenizações totalmente infundada e tendenciosa, onde a mera reparação do dano propriamente dito não parece ser suficiente, devendo também o comerciante ressarcir a vítima por algo imensurável. O dano moral, que deveria considerar o constrangimento público, prejuízo profissional ou qualquer outro dano de fato considerado relevante, passou a ganhar força e oferecer indenizações à parte hipossuficiente pela mera justificativa de ser essa chamada simplesmente de “hipossuficiente”.
O mesmo ocorre na esfera trabalhista, onde a parte hipossuficiente já foi subjugada pelos empregadores em situação de grande crise e desemprego. Hoje, perante o desenvolvimento da legislação trabalhista e o aquecimento econômico, o que se percebe não é o desemprego, mas o desinteresse do trabalhador em qualificar-se para ocupar as vagas de emprego disponíveis. Quem precisa do trabalhador, do seu empenho, qualificação e comprometimento com o negócio é o empregador. Pois através do trabalhador qualificado é que se mantém a excelência nas relações comerciais a fim de não lesar o consumidor lá na frente. No momento atual, na área trabalhista observa-se uma inversão de valores, onde o aparato legal para proteger o trabalhador sob a égide filosofal da hipossuficiência, ultrapassa sua necessidade de proteção e transforma o trabalhador em um usurpador dos direitos alheios, promovendo abusos, ameaças indiretas ao negócio do empregador e um certo conforto no ambiente profissional, como aquele de alguém apadrinhado por uma entidade mais forte e influente.
Tudo isso serve como reflexão para aqueles operadores do direito que não têm nenhuma noção do que se passa no ambiente de trabalho da maioria das empresas, salvo enquadrar a CLT ou o Código de Defesa do Consumidor ao depoimento destes que se dizem vítimas, mas que no seu dia a dia movimentam a indústria das indenizações resguardados pela frase mais estúpida criada por algum filósofo do direito: quem almeja o lucro, deve arcar com os prejuízos. Nesse contexto, é o mesmo que dizer: se você for um empreendedor, esteja pronto para aceitar que, perante o Direito, você já nasceu condenado.
Vamos focar esforços para falar de hipossuficiência quando tratarmos de abusos ou negligência em serviços essenciais e muitas vezes exclusivos, tais como hospital público, energia elétrica, serviço de água e esgoto, estradas de rodagem e pedágio, transporte coletivo, etc. Daí sim a hipossuficiência fará todo o sentido, pois o consumidor não tem opção de escolha e é obrigado a contratar o que tem. E na área trabalhista, sejamos mais críticos e menos protecionistas, pois princípios do direito como a primazia da realidade, por exemplo, simplesmente colocam por terra qualquer possibilidade de se promover a administração de recursos humanos de uma empresa séria...
segunda-feira, 2 de junho de 2014
O homem, seu instinto, sua razão e sua performance
Simboliza sim uma felicidade momentânea, aquela de uma conquista de conforto, segurança e um certo poder. Mas após alguns dias de usufruto dessa conquista, a falta de novas ambições ou realizações volta a assombrar o ego de qualquer ser humano, cujo instinto de conquistas ainda pulsa em sua mente e coração desde o mais antigo exemplar de homem que se tem notícia na história.
Isso acontece porque somos seres cuja subsistência depende de conquistar segurança, água e alimento todos os dias. Nossa estrutura corporal assim o exige, o nos obriga a lutar não apenas pelo alimento de hoje, mas pelo de amanhã e o de todos os dias de nossa existência, pensando inclusive na aposentadoria e subsistência na velhice.
Somado a essa característica, ainda temos a necessidade de nos socializarmos e de estabelecer vínculos, de tal maneira que, diferentemente de outros animais, não temos apenas a necessidade de gerar descendência, mas de amar e sermos amados.
Porém, essas percepções não se apresentam na mesma medida para todas as pessoas. Há um grupo que busca a realização de feitos relevantes, de atos significativos para si mesmo, o qual pode variar de pessoa para pessoa. Alguns chamam de conquista e realização a obtenção de poder e influência; para outros é a conquista de um alto salário através de algum trabalho; outros consideram conquista o alcance de conhecimento para seu próprio usufruto; e há também aqueles que prestam serviços sociais ou religiosos para o bem de outros, cujo ato freqüente simboliza grandes conquistas e realizações.
Outro grupo não vive para alcançar realizações, mas apenas sobreviver na luta diária pelo mínimo necessário. Esse grupo representa grande parte da população, a qual nunca foi estimulada a realizar mais, mas conformar-se com sua condição e lutar dia após dia pelo que a sorte lhe reservou desde o nascimento. Esse grupo representa uma mão de obra mecânica, de baixa performance, cujo esforço a mais não lhe parece representar o benefício de possibilidades futuras para uma ascensão social. O termo “Pró atividade” não tem nenhum valor prático ou significância nesse grupo. Trabalham por trabalhar, para cumprir com suas necessidades orgânicas. Esse imenso grupo, se receber alguma ajuda do governo ou o suficiente para sobreviver, já se deu por satisfeito, não lutará por algo mais, a não ser amar e ser amado. Eles querem ficar ricos, admiram o dinheiro, mas para alcançá-lo se utilizam dos meios menos dispendiosos, como jogar na loteria.
Meditar sobre essas pequenas considerações nos leva a otimizar nosso tempo quando estamos na liderança de pessoas, pois saber identificar em qual grupo se enquadra cada um dos nossos colaboradores nos permitirá saber dosar nossos esforços, reduzir nossas insatisfações baseadas em expectativas sobre certas pessoas, e direcionar os apelos motivacionais mais adequados para alcançar os resultados que esperamos para cada operação.
Mas precisamos tomar o cuidado de não cair no erro de achar que todos os que trabalham com atividade braçal estão inseridos nesse último grupo. Ao contrário, há muita gente começando de baixo que está cheio de ambição e energia para subir.
Daí vem a importância da conversa cotidiana com funcionários sob a nossa gestão, pois é na informalidade e na troca de confiança que obtemos as melhores demonstrações sobre o quê constitui seus valores individuais para assim buscar meios de melhorar, mesmo que seja apenas consolidar, um relacionamento responsável para o trabalho de rotina.
Lembrando ainda que, mesmo faltando os atributos necessários para um trabalho dinâmico ou em busca de realizações, todo e qualquer ser humano tem uma característica em comum que vale como ferramenta de gestão para todos os líderes: todos ambicionam sentir-se amados e respeitados. O líder que souber explorar e valorizar essa demanda, certamente terá todos os membros de sua equipe em suas mãos.
Daí vem a importância da conversa cotidiana com funcionários sob a nossa gestão, pois é na informalidade e na troca de confiança que obtemos as melhores demonstrações sobre o quê constitui seus valores individuais para assim buscar meios de melhorar, mesmo que seja apenas consolidar, um relacionamento responsável para o trabalho de rotina.
Lembrando ainda que, mesmo faltando os atributos necessários para um trabalho dinâmico ou em busca de realizações, todo e qualquer ser humano tem uma característica em comum que vale como ferramenta de gestão para todos os líderes: todos ambicionam sentir-se amados e respeitados. O líder que souber explorar e valorizar essa demanda, certamente terá todos os membros de sua equipe em suas mãos.
Portanto, liderar é interagir com o grupo e com o indivíduo. O líder que não conhece a fundo cada um de seus colaboradores não passa de um chefe...
segunda-feira, 26 de maio de 2014
O Procon e a antítese de órgão de utilidade pública
Em primeiro lugar, meu entendimento a respeito do PROCON era de que tratava-se de um organismo dotado de poderes para interceder pelo consumidor na ocorrência de abusos na relação comercial, onde o descumprimento de contratos, falta de assistência ou de atendimento às reclamações, e até prática comercial abusiva, deveriam ser o escopo de seus agentes e fiscais. Cuidar da validade e da qualidade dos produtos é tarefa da Vigilância Sanitária, e cuidar da veracidade do peso das embalagens de acordo com o que está dentro é tarefa do IPEM. Assim, o Procon deveria ater-se em regular possíveis insatisfações dos consumidores buscando uma conciliação/reparação, advertindo e até multando o estabelecimento infrator conforme a gravidade.
Eu esperava, por exemplo, que o Procon devesse fiscalizar a formação de cartéis nos postos de gasolina de cada cidade; deveria fiscalizar os preços abusivos de estacionamentos de shopping centers e aeroportos, onde você não tem outra opção para estacionar e é obrigado a pagar o quanto pedem; deveria fiscalizar inclusive o preço dos alimentos e bebidas vendidos nos restaurantes dos aeroportos, onde você fica esperando uma conexão e é obrigado a se alimentar com o que vendem no saguão, pagando até R$ 5,00 por um pão de queijo; deveria fiscalizar os preços dos produtos sazonais, como material escolar, que sofrem aumento desproporcional na véspera de volta às aulas... Enfim, deveria fiscalizar coisas que pudessem lesar não apenas o consumidor mais mal esclarecido, mas o consumidor em regra geral que fica na mão de determinados prestadores de serviços ou comerciantes de produtos essenciais.
E quando falo em lei, entro em uma esfera mais delicada ainda, que trata da interpretação da lei. O fiscal do Procon opera pela letra morta, sem uma análise contundente sobre os tipos de situação em que a letra deve ser tratada com mais, menos ou nenhum rigor.
Exemplo disso é o que chamam de “propaganda enganosa”. Se um estabelecimento comercial, como um supermercado, libera os funcionários do caixa em escala programada para cumprirem seu horário de almoço, o Procon entende que cada caixa fechado configura propaganda enganosa, pois onde há uma placa numerada identificando cada caixa, entende-se que deve haver um caixa aberto. Logo, um supermercado que tem 15 caixas registradoras precisa permanecer das 7 às 23 horas com todos eles abertos e com um funcionário operante para o público, se não quiser configurar propaganda enganosa. Já pensou se esse ponto de vista servisse também para os correios, prefeituras, Detran e demais órgãos públicos?!
Outro disparate é o que chamam de “caixa preferencial”, onde você deve ter caixas preferenciais identificados em número suficiente para atender às pessoas com necessidades especiais. Ora, se você oferece atendimento prioritário a essas pessoas, colocando-as para serem atendidas em qualquer caixa prioritariamente, isso não é suficiente. Você precisa ter caixa preferencial identificado e exclusivo parado para atender apenas essas pessoas. Nem que forme fila, e nem que fique sem fazer nada enquanto outros caixas estão com fila...
Quer mais um conceito? Chama-se “avaria”. Esse é o mais absurdo de todos, pois os fiscais do Procon andam fiscalizando produto com embalagem amassada e produto comestível quebrado, como chocolate em barra e ovos de páscoa, por exemplo. Agora se o chocolate em barra partiu ao meio, mesmo sem ter sua embalagem violada, o Procon recolhe alegando avaria. Como assim: avaria?! O produto é comestível, mastigável, e sua quebra em dois pedaços não configura prejuízo nenhum ao consumidor. Ora, já imaginaram se pela mesma linha de raciocínio eles começarem a recolher rosquinhas, espaguete, torradas e biscoito? Quem sobreviverá àquilo que o Procon chama de “defender o consumidor”? Até porque, salvo se o consumidor for cego, não há porque recolher produtos avariados de um supermercado, pois na opção de levar um inteiro ou um quebrado, o consumidor é soberano para escolher. Diferentemente de um computador, sapato ou relógio avariado, cujo funcionamento e aspecto exterior têm igual relevância ao consumidor e só serão verificados de fato ao abrir a caixa em casa.
Esse outro exemplo eu vou dar, mas por favor, não vão pensar que é piada, pois é muito sério: trata-se do "produto embalado". A loja tem uma seção de hortifruti e o lojista envole o coco seco em filme plástico transparente para que o produto não fique soltando sujeira da casca na banca. Ou então, um maço de alho poró, que o lojista envolve com filme plástico para preservar sua integridade. E por que não citar a melancia, que o lojista gentilmente parte em dois pedaços para que o cliente veja o seu interior e compre meia porção se lhe agradar, envolvida higienicamente em filme plástico. Pois o fiscal do Procon olha e autua um por um alegando tratar-se de produto embalado, e que segundo a lei deve conter peso, origem e informações nutricionais no rótulo... Vejam bem os amigos em que ponto chegamos no grau de intolerância e análise superficial dos amigos do Procon!
Isso sem falar no comércio da reparação por "danos morais", onde o Procon indiretamente contribui para que o consumidor brigue na justiça contra o estabelecimento pedindo indenização por danos morais para qualquer tipo de situação onde ele foi lesado, em uma perfeita demonstração de abuso dos direitos através da "lei do mais fraco".
Às vezes fico aqui buscando compreender o que leva um organismo sério como esse envolver-se em tamanha perda de tempo com fiscalizações e apreensões que nada trazem de proveitoso para o consumidor, lesando o estabelecimento. Antes, deveriam buscar a solução de conflitos, reparação de prejuízos ou troca de produtos onde o empresário muitas vezes não cumpre o seu papel. Em pesquisa no site do Procon do Distrito Federal encontrei os seguintes dizeres:
Missão
- Promover o equilíbrio das relações de consumo por meio da aplicação das normas de defesa do consumidor em benefício da sociedade.
Visão
- Ser nacionalmente reconhecido como referência na solução dos conflitos decorrentes das relações de consumo.
Objetivos
- Suprir a vulnerabilidade do consumidor;
- Conscientizar consumidores e fornecedores quanto aos seus direitos e deveres nas relações de consumo;
- Dar celeridade à solução dos conflitos decorrentes das relações de consumo;
- Harmonizar as relações de consumo.
Isso sem falar no comércio da reparação por "danos morais", onde o Procon indiretamente contribui para que o consumidor brigue na justiça contra o estabelecimento pedindo indenização por danos morais para qualquer tipo de situação onde ele foi lesado, em uma perfeita demonstração de abuso dos direitos através da "lei do mais fraco".
Às vezes fico aqui buscando compreender o que leva um organismo sério como esse envolver-se em tamanha perda de tempo com fiscalizações e apreensões que nada trazem de proveitoso para o consumidor, lesando o estabelecimento. Antes, deveriam buscar a solução de conflitos, reparação de prejuízos ou troca de produtos onde o empresário muitas vezes não cumpre o seu papel. Em pesquisa no site do Procon do Distrito Federal encontrei os seguintes dizeres:
Missão
- Promover o equilíbrio das relações de consumo por meio da aplicação das normas de defesa do consumidor em benefício da sociedade.
Visão
- Ser nacionalmente reconhecido como referência na solução dos conflitos decorrentes das relações de consumo.
Objetivos
- Suprir a vulnerabilidade do consumidor;
- Conscientizar consumidores e fornecedores quanto aos seus direitos e deveres nas relações de consumo;
- Dar celeridade à solução dos conflitos decorrentes das relações de consumo;
- Harmonizar as relações de consumo.
Vejo que alguns pontos são poucas vezes levados em conta nesses conceitos, onde ignora-se que o comércio, representado e operado por pessoas, brasileiros assalariados, pessoas com necessidades especiais e menores aprendizes também faz parte da sociedade citada na Missão; não se promove a harmonia nas relações de consumo, conforme um dos Objetivos, mas ao contrário, protege-se incondicionalmente o consumidor e fere-se a propriedade do empresário empregador, cujo estabelecimento é uma das fontes de desenvolvimento econômico e social da nação; e não supre a vulnerabilidade do consumidor, vítima de abusos como no preço da gasolina com a nítida formação de cartéis em quase todas as cidades pequenas e médias do Brasil.
Enfim meus caros leitores, o que temos visto no Brasil é um verdadeiro abuso de poder, mau uso pelos órgãos dos fins para que se destinam, e mais uma forma de agravo à dura realidade do empreendedor desse famigerado país, que ao invés de promover o desenvolvimento com justiça, incentivos e oportunidades aos investidores, promove sim é uma dura opressão, cobranças de multas e impostos crescentes em uma verdadeira inversão de valores sobre quem é que move a economia de um país.
Abrir empresa aqui no Brasil é coisa para quem não tem juízo. Enquadrar-se nas normas do Procon, Anvisa (Vigilância Sanitária) e Ministério do Trabalho simultaneamente, tendo ainda que honrar com toda a tributação, taxas de funcionamento, alvarás e licenças de um estabelecimento comercial é missão quase impossível. Essa é a triste realidade de quem se aventura a empreender nesse Brasil subdesenvolvido. Quem dera voltássemos ao passado, onde a economia de subsistência evitaria todo o conflito entre vendedor e comprador. Quer um bom carro, um bom vinho ou uma boa camisa? Produza você mesmo, sem depender de um industrial fraudador ou um comerciante displicente...
Enfim meus caros leitores, o que temos visto no Brasil é um verdadeiro abuso de poder, mau uso pelos órgãos dos fins para que se destinam, e mais uma forma de agravo à dura realidade do empreendedor desse famigerado país, que ao invés de promover o desenvolvimento com justiça, incentivos e oportunidades aos investidores, promove sim é uma dura opressão, cobranças de multas e impostos crescentes em uma verdadeira inversão de valores sobre quem é que move a economia de um país.
Abrir empresa aqui no Brasil é coisa para quem não tem juízo. Enquadrar-se nas normas do Procon, Anvisa (Vigilância Sanitária) e Ministério do Trabalho simultaneamente, tendo ainda que honrar com toda a tributação, taxas de funcionamento, alvarás e licenças de um estabelecimento comercial é missão quase impossível. Essa é a triste realidade de quem se aventura a empreender nesse Brasil subdesenvolvido. Quem dera voltássemos ao passado, onde a economia de subsistência evitaria todo o conflito entre vendedor e comprador. Quer um bom carro, um bom vinho ou uma boa camisa? Produza você mesmo, sem depender de um industrial fraudador ou um comerciante displicente...
quinta-feira, 13 de março de 2014
O Whatsapp e o retorno à escravatura
Se você passou pelo menos 30 minutos no Whatsapp e não estava tratando de assuntos pertinentes às suas atividades de fato dessa última hora, cuidado: você pode já ter se tornado um escravo do Whatsapp, da tecnologia digital.
Isso porque o benefício tornou-se um problema para você. E para o seu patrão também!
Ora veja bem, aquilo que deveria se tornar uma forma de comunicação de baixo custo, sempre à mão em qualquer lugar, tornou-se na verdade um vício, escravizou-o em debates fúteis, tirou seu foco daquilo que realmente importa fazer e, principalmente, roubou o seu tempo.
Percebe que você já não tem tempo para fazer as coisas regulares do seu dia a dia? E o que é pior, percebe que você já não consegue mais conversar pessoalmente com uma pessoa sem interrupções?
Meu amigo e minha amiga, o Whatsapp não te deixa nem jantar! Assistir aula então, virou uma dificuldade... Isso porque você já não é mais capaz de desligar seu smatfone e dar atenção ao que realmente importa em cada momento. Está escravizado.
Estamos ficando como um androide, mais máquina do que gente... Já imaginaram nossos filhos, no que se tornarão quando chegarem aos 20 anos?
Pessoal, vamos revisar nossos relacionamentos sociais, nossos objetivos no ambiente de trabalho, nossos objetivos na sala de aula, e até nossas necessidades orgânicas e desligar o recurso Whatsapp de nossos aparelhos para ver se retomamos o controle de nossas vidas. Nosso cérebro precisa descansar e dar foco a uma atividade de cada vez. Além disso, o tempo que levamos para debater um assunto e tomar uma decisão por telefone é infinitamente mais curto do que fazer o mesmo pelo Whatsapp.
Sem o Whatsapp, até o happy hour fica mais gostoso. E quem sabe te sobre tempo até para namorar! Pense nisso e considere retornar aos velhos hábitos sendo o dono do seu tempo, libertando-se dessa escravidão digital e dando atenção pessoal e exclusiva a quem espera por isso. Reserve os avanços tecnológicos para utilizá-los onde eles são realmente necessários e sinta que o calor humano é muito mais prazeroso que o calor da bateria desse seu sofisticado equipamento digital...
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Eu sou ou não sou um grande Líder?
Visando oferecer uma abordagem útil e funcional para debater esse assunto com os diversos líderes de sua organização vou demonstrar aqui passo a passo uma proposta que desenvolvi recentemente:
1 - Contextualização
Explique ao líder que ele encontra-se em um sistema onde cada membro faz parte de uma etapa produtiva. Se cada etapa for realizada com sucesso, a outra etapa terá condições de desenvolver bem o seu papel, e assim sucessivamente. O Líder , em seu estágio dentro dessa escala, exercerá influência tanto aos demais líderes e liderados sob o seu comando, quanto ao seu superior imediato.
2 - O Líder em seu papel Operacional
Para exercer com qualidade suas atividades o líder deve conhecer todas as demais etapas e operações a serem realizadas sob o seu comando. Logo, um líder sem um profundo conhecimento sobre os objetivos e a missão da empresa, além do contexto onde a mesma está inserida no mercado concorrencial, bem como o conteúdo daquilo que ele propõe-se a alcançar (rotinas a serem executadas por seus liderados), terá imensa dificuldade em exercer seu papel com perfeição.
3 - O Líder em seu papel Social
Uma vez dominando o seu papel operacional o líder deve exercer seu trabalho no âmbito social, ou seja, permitir que haja harmonia na execução das tarefas de rotina de seus liderados. Para isso, cabe a ele compreender que sua função no ambiente interno é de Fornecedor, enquanto seus liderados são Clientes. O Líder será pleno em suas funções se, no papel de Fornecedor, abastecer seus liderados com o conhecimento, o treinamento, o acompanhamento e o pós-venda, ou seja, fiscalizar com o objetivo de instruir e melhorar as ferramentas operacionais sob seu comando. A perfeição da engrenagem no ambiente corporativo depende muito do papel social exercido pelo líder como mediador de conflitos, fomentador de soluções, recrutador e apoio decisório imergido no dia a dia de seus liderados. Quando o líder compreender que ele é quem presta serviço ao seu liderado para que o liderado opere corretamente suas atribuições, aí sim estaremos diante de um Líder eficaz.
4 - O Líder em seu papel Pessoal
A pessoa do líder tem grande impacto no seu modelo de gestão. Saber ser disciplinador, motivador e influenciador é o grande segredo pessoal para o líder ser seguido, respeitado e admirado por seus liderados. É muito mais rápido alcançar resultados quando o papel pessoal do líder é bem executado do que quando o líder exerce comando pelo poder hierárquico. O líder presente no trabalho diário oferece segurança à sua equipe e torna-se um fornecedor ativo aos seus clientes internos, favorecendo um trabalho mais dinâmico, correções pontuais frente aos problemas e interesse da equipe em compartilhar dificuldades e buscar soluções.
Em resumo, um grande líder deve ser uma pessoa agradável e de respeito, que domine as ações sob a sua batuta e que saiba articular o trabalho de sua equipe no ambiente de trabalho. Um Líder que admite que Ele é quem trabalha para seus liderados poderá extrair maior produtividade operacional para a empresa e orgulhar-se de ser de fato um Grande Líder.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
O surgimento do rolezinho e sua origem
Na minha concepção não há nada de errado em passear no shopping. Mas tal fenômeno, que alguns apoiadores chamam de "forma livre de expressão e de posicionamento social", eu chamo de "ociosidade".
Essa ociosidade é fruto maldito nascido de uma árvore chamada Estatuto da Criança e do Adolescente, que apesar de seus propósitos legítimos de proteger o ser inocente e fragilizado em sua tenra idade, ultrapassa os limites de uma análise atualizada acerca do mercado de trabalho.
Mais uma vez, distorções acerca da função objetiva do Ministério de Trabalho e Emprego.
Atualmente a legislação limita, burocratiza e dificulta o acesso da juventude brasileira na sociedade através do trabalho espontâneo, ou seja, pelo interesse do próprio jovem e de sua família em iniciar uma profissão em uma empresa e até em ajudar no orçamento doméstico. Isso porque a entidade acredita que meia dúzia de ocorrências abusivas representam o empresariado total de nosso Brasil, como se todo empregador abusasse indevidamente da mão de obra juvenil, como se estivéssemos recém saídos do regime escravocrata.
É revoltante ver o quanto está difícil operar uma empresa em nosso país onde você já nasce com o pressuposto de ser irresponsável e usurpador dos direitos alheios. E agora, com esse novo movimento vindo à tona, coloco aqui minhas considerações acreditando que, se a juventude, ao menos os que querem trabalhar, tivessem o apoio do governo na flexibilização das leis perante o empregador, permitindo-lhe dar mais espaço para ingresso do menor no mercado de trabalho, certamente eventos como esse rolezinho não seriam pauta de nossos jornais.
O que falta ao Brasil é promover o desenvolvimento real da economia através da sociedade, ou seja, estimular, dar incentivos e permitir que as únicas entidades capazes de promover o desenvolvimento real e o emprego, que são as Pessoas Jurídicas, contratem cada vez mais. É preciso que as empresas recebam voto de confiança do governo quanto a sua idoneidade, para que se estimule a criação de mais vagas de emprego e de oportunidades ao jovem de iniciar uma carreira ou profissão.
A legislação dirigida ao trabalhador é tão ultrapassada e desigual (agora sim em total desequilíbrio de forças entre patrão e empregado) que retira toda a autonomia, capacidade e interesse de uma empresa em empregar e investir em quadro de funcionários, tamanho o risco econômico e dor de cabeça que o trabalhador lhe traz com a legislação debaixo dos braços.
Ao contrário do que parece eu não faço bravata contra o trabalhador, mas a favor do empregador, para que os direitos de um não tirem a autonomia e a capacidade de gestão, crescimento e geração de emprego do outro.
As empresas querem contratar, inclusive aprendizes e menores de idade, dando-lhes oportunidade independente das cotas obrigatórias. Mas diante de uma reversão de valores e do desequilíbrio que se construiu entre os direitos e deveres de cada parte criado com o passar dos anos, ninguém mais se arrisca. E o resultado disso é a criação do vagabundo precoce, o jovem ocioso de todas as classes sociais que quando não está na escola está por aí dando rolezinho, fumando um baseadinho, fazendo uns arrastõezinhos na praia e realizando outras proezas que só um país subdesenvolvido não é capaz de diagnosticar e corrigir com mudanças doutrinárias em sua legislação. Tudo isso na ausência do pai e mãe que estão aí trabalhando em dois empregos e passando horas trafegando no ineficiente transporte coletivo em busca de um ou dois salários mínimos.
Não temos escolas públicas de qualidade, não coibimos a violência, não temos reformatórios adequados para a ressocialização de delinquentes, não oferecemos um sistema de saúde capaz de atender à demanda e não oferecemos condições à iniciativa privada de promover o desenvolvimento econômico e social através da geração de empregos. Disfarçamos nossa incompetência dando bolsas e alimentando as vítimas da nossa ganância por poder e negligência política.
Lamente esse fato: não temos previsão de melhorias. Perdi a esperança no eleitor. Esse é o Brasil que chamam de emergente, um pais em desenvolvimento...
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Quando eu falo em ter Atitude
Atitude, meus amigos, é aquilo que te move além do trivial. É o que te faz tomar uma providência qualquer que te leve, ou leve alguém, a um resultado positivo. Por exemplo:
Você está passeando na praça e vê a criança correndo para pegar a bola. A bola passa ao seu lado, e você dá um chutinho nela em direção à criança. Isso é atitude em um evento simples. Ajudou a criança ao invés de esperar que ela chegue esbaforida até a bola que está bem ao seu lado.
Você está caminhando na praia e vê uma lata vazia no chão, bem ao lado do cesto de lixo. Você abaixa e num rápido movimento já colocou-a no devido lugar ao invés de ignorá-la esperando que a próxima chuva a carregue para o já entupido bueiro. Isso é atitude em um ato social.
Esses exemplos são rotineiros, envolvem um aspecto cultural que no Brasil não é padrão, diferente dos países educados, onde as pessoas se submetem a realizar pequenos atos em prol da sociedade, incluindo a si mesmo. Pois por aqui, tem gente que não tem atitude nem para levantar a tampa do vaso sanitário para urinar...
Agora partindo para uma visão mais individual, ter atitude é fundamental para o próprio sucesso, pois ultrapassa a preguiçosa providência de enfrentar fila na casa lotérica para jogar e torcer por algo que não está sob seu controle. Ter atitude significa buscar a própria valorização e desenvolvimento profissional para conquistar melhores salários através daquilo que deponde só de você: seu conhecimento e suas competências.
Se você vê que uma determinada matéria prima não chegou no tempo certo, ter atitude é ligar cobrando e providenciar uma solução para que a produção não pare.
Quem não tem atitude dá nome aos culpados. Quem tem atitude soluciona os problemas.
Não tem nada pior do que trabalhar ao lado de pessoas sem atitude. As coisas se acumulam, as falhas são frequentes e você precisa ficar cobrando providências e se desgastando com a falta de empenho e interesse para que as coisas avancem e aconteçam com eficiência. E se você cobra atitude de alguém do outro departamento, mesmo que o tema tenha impacto no seu trabalho, ainda correrá o risco de provocar inimizade e conflito.
É por isso que o governo federal está tornando nosso Brasil em um país sem atitude, pois com todos os benefícios e direitos garantidos aos trabalhadores, somados aos benefícios dados a quem não trabalha, somados à falta de investimento na qualificação e somados à falta de educação típica do nosso povo, estamos caminhando rumo a um país cada dia mais preguiçoso, sem iniciativa e sem atitude. Aqui não se tem atitude nem para lutar pela própria sobrevivência, pois o governo sustenta tanto os que precisam quanto os que não precisam de sustento.
Mas naquilo que compete a nós mesmos buscarmos, devemos buscar, sem preguiça e sem esperar cair do céu, pois o sucesso só é alcançado por quem tem atitude e corre atrás. Quem não corre, come as sobras...
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Tirando vantagem no falar
Já reparou que falta faz a fala? E o quanto ela incomoda quando usada em excesso...
Vou colocá-lo para pensar no quanto a fala é significativa na vida da gente e por fim fazer-lhe uma pergunta: por que damos tão pouca importância ao desenvolvimento da nossa fala? Por que aprendemos inglês antes mesmo de aprendermos a falar corretamente?
Pela fala expressamos sentimentos mesmo sem sermos vistos, e essa é a sua principal característica. Se você souber utilizar bem a fala, seu tom de voz, sua expressão, sua altura, sua eloquência e sua clareza, certamente será capaz de conquistar o mundo!
Diz o ditado que "quem tem boca vai a Roma". E eu digo mais: vai até de graça se souber usar a criatividade e o poder da fala. Exemplo disso foi uma prova do reallity O Aprendiz, onde os participantes foram levados à Itália e não receberam dinheiro para fazer a viagem de volta, cabendo-lhes a criatividade, a argumentação e a fala para conquistar os recursos necessários para o retorno.
Por outro lado, quem não domina a própria fala corre o risco de ser intitulado como tímido, inseguro e outros adjetivos indelicados dando a conotação de uma pessoa fraca. E isso já acontecia desde a época da escola. Lembra dessa época, onde alguns se impunham nem tanto porque tinham força, mas porque falavam com raça? Esse é um dos benefícios da fala: você pode se fazer respeitar.
Mas vamos ao que interessa, que aqui quero abordar o marketing pessoal através da fala.
Vejo muitas pessoas reclamarem que não são aprovadas no processo seletivo apesar do excelente currículo, outras perderem vantagens pessoais por falta de convencimento, e outras até se dizem ruins de "xaveco". Mas eu lhes ofereço uma esperança: aprenda a falar e expressar não apenas o que pensa, mas também o que sente através da fala.
Para cada tipo de situação sua fala precisa acompanhar uma pitada de emoção. A emoção certa referente ao evento específico, obviamente.
Se você está participando de uma entrevista, por mais intimidado que esteja por aquele grupo de executivos em sua volta, não deixe que a fala expresse apenas a sua calma em responder-lhes, mas a segurança de quem sabe o que diz e não se intimida mediante um ambiente de pressão. Ao invés de gaguejar e trocar palavras até chegar no termo correto, use a pausa, olhe para o vazio e solte a frase com a linha de raciocínio completa, com a mesma certeza de quem disciplina um filho.
O exercício da fala o ajudará a pedir a namorada em casamento, e mais ainda, a pedir a mão dela ao sogro! Com a sua fala você fará uma boa prova oral, mesmo não dominando o conteúdo da matéria. Usando a fala você se desculpará de um erro grosseiro no trabalho sem ser humilhado pelo chefe. Poderá ser também mais bem tratado pelas autoridades de trânsito, pelo gerente do banco e pelos fiscais da prefeitura. E se tiver uma boa fala será ainda um excelente síndico do prédio!
O líder de destaque normalmente tem entre suas qualidades o poder da fala, pois conquista, em qualquer circunstância, o apoio de sua equipe. Um grande líder é um excelente vendedor de ideias, e sua principal ferramenta para alcançar os objetivos juto ao grupo é a sua fala.
Quem sabe falar faz amigos, pois tem o tom de voz adequado para consolar e aconselhar dizendo até a verdade mais dolorida sobre quem escuta.
Veja que toda essa conversa tem relação direta com o seu marketing pessoal, pois a sua aceitação e boa avaliação pelas pessoas depende quase 80% da sua fala!
Então está aqui a dica: para o seu desenvolvimento melhore e aperfeiçoe a fala, pois através dela um mundo infinito de oportunidades pode ser colocado aos seus pés...
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Eu sou o que penso, não o que represento ser
Eu, inclusive, já escrevi a respeito desses temas, buscando direcionar o comportamento adequado para cada circunstância.
Hoje, não sei se é porque estou ficando velho, se estou evoluindo ou se estou enlouquecendo, mas já tenho percepções e opiniões um pouco diferentes daquelas que já tive em outros tempos...
É que quando penso em marketing pessoal no que refere-se à forma de se arrumar e se vestir, acho que estamos nadando contra a maré da liberdade individual de apresentar-se segundo a sua tribo e sua verdadeira classe social. É quase como entrar no seu escritório, vestido e paramentado na forma como o seu capital permitiu, e ter que colocar na testa um aviso: "Eu sou o que penso, não o que represento ser". Em outras palavras, aquela forma de construir opinião sobre os valores dos outros pelo que se vê em seu aspecto é a maneira mais imatura e superficial de se avaliar uma pessoa.
Note que esse texto não é um estímulo para você quebrar tabus e paradigmas, mas para construir um mundo onde cada um seja visto pelo que realmente é, pelos seus valores, conhecimentos e capacidades, e não pelo aspecto visual daquilo que parece ser.
Onde eu quero chegar com esse artigo é no que as pessoas estão se transformando quando entram na vida adulta. Estamos perdendo nossa identidade para nos vestirmos e nos comportarmos de acordo com os padrões da sociedade e costumes das pessoas, e não os nossos. Temos medo de ser o que somos porque sabemos dos julgamentos dos outros estereotipando cada um segundo o que foge da "normalidade". Devido a essa mentalidade egoísta, pessoas obesas ou extremamente magras, carecas ou barbudas, mulheres religiosas com a cara limpa ou pessoas tatuadas e adeptos a outros grupos específicos acabam sendo discriminados por gestores de mente fraca, que não conseguem olhar a essência de cada um, separando sua vida pessoal daquilo que ele pode trazer de positivo ao seu negócio.
Mas então o que é marketing pessoal?!
Na sua essência, o marketing remete à ideia de vender algum conceito e influenciar a alguém. No marketing pessoal, o objetivo seria vender uma boa impressão de você a alguém. Ora, se você está a procura de um emprego, o apelo de marketing que você deve destacar são as suas competências e suas qualidades produtivas em primeiro lugar, seguido de seus valores pessoais, e por último, menos relevante de tudo, o seu aspecto pessoal.
Há pessoas que perdem muito tempo preparando a sua imagem mas não conseguem construir um currículo eficiente, e pior ainda, não têm a confiança necessária para representar no momento da entrevista o personagem que trouxe sobre si mesmo.
É por isso que meu conselho para esse momento é que você deve se preocupar primeiro em graduar-se, ganhar experiência (não necessariamente nessa ordem), mostrar sua força de vontade em aprender e trabalhar arduamente, para só depois preocupar-se com a roupa, relógio, jóias e adereços que aprendeu a admirar nas novelas e revistas de moda. Pois o seu principal apelo de marketing, acredite, é aquilo que você realmente é e tem a oferecer. Quem não estiver pronto para avaliá-lo sob esse ponto de vista certamente não lhe será um bom patrão.
E entenda uma coisa: você só será único quando aprender a destacar e valorizar o que vem de dentro. Porque o que está por fora na maioria das vezes é uma mentira que qualquer um pode ter e qualquer um pode comprar e representar.
Mas então eu devo me vestir mal?
Não. Esse artigo não diz que você deve ir trabalhar de bermuda e chinelo. Diz apenas que você deve priorizar as coisas importantes, aquilo que de você só a morte pode tirar: o seu conhecimento e força de vontade. Acontece que muita gente se envergonha por não parecer sofisticado, por não poder fazer uma permanente nos cabelos, por estar a cima do peso ou não poder colocar uma prótese nos seios. Se você entra para trabalhar em uma agência bancária e acha todo mundo muito chique, não gaste o seu cobre para parecer igual a eles. Vista-se como sempre se vestiu: com graça, bom gosto e simplicidade. E faça um excelente trabalho, pois quando ficar rico poderá vestir-se de fato como um rico, pois agora sim essa será a sua tribo.
O marketing pessoal deve andar na medida do bom senso. Parecer extravagante portando-se de forma a chamar a atenção das pessoas pode ser um péssimo negócio. Nem todo mundo aprecia isso, e um pouco de distinção é recomendado para que suas convicções não o transforme em uma espécie de alienígena perante a sociedade. Você será discriminado, pois aquilo que foge grosseiramente dos costumes da coletividade é visto como anormal.
Isso pareceu contraditório com o exemplo do professor da faculdade? Mas não é. Trata-se de saber posicionar-se de acordo com cada ambiente, selecionando também onde poderá expressar sua verdade com total liberdade e onde deverá ser mais discreto para uma melhor aceitação. Assim fará bom uso do marketing pessoal como ferramenta a seu favor no que refere-se à sua inclusão em outros grupos.
E quando a empresa obriga a usar uniforme?
A palavra já diz tudo: uniforme significa nivelar todo mundo para que haja um padrão de comunicação visual único entre os funcionários. Ao concordar trabalhar em determinada empresa, você concorda também com as normas internas, e não deve reclamar depois. Assim, se ela estabelecer em seu regulamento interno o tipo de roupa, tipo de penteado e tipo de maquiagem, desde que ofereça os recursos para que você se enquadre e desde que comunique isso antes de você assinar o contrato de trabalho, concordar ou não é um direito seu. Não concordando, desista desse emprego. Concordando, cumpra o regulamento sem reclamar. Aqui o marketing pessoal não tem vez e nem por quê.
A única coisa que uma empresa não pode exigir é que você seja loiro, ou seja branco, ou seja alto, ou seja magro (salvo se a função a ser executada exigir alguns diferenciais de ordem física e motora), pois são aspectos pessoais que você normalmente não teve opção de escolher antes de nascer.
E para fechar o artigo...
Vamos nos esforçar para aceitar a nós mesmos pelo que somos fisicamente e socialmente focando nossos esforços em adquirir conhecimento, conquistar respeito pela nossa força produtiva e alcançar sucesso profissional antes mesmo de perder nosso humor diante do espelho. O marketing pessoal deve ser visto como uma ferramenta para a sua projeção pessoal e, com exceção das profissões que exigem beleza exterior, tudo o que importa mais no mercado de trabalho é o resultado que você tem a oferecer.
Saber falar é mais importante do que saber vestir-se. Fazer cursos é mais urgente do que fazer plásticas. Mude o foco e construa um futuro verdadeiro para você. Um futuro fundamentado naquilo que realmente importa no seu ramo de atuação.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Um ecossistema chamado Mercado de Trabalho
Isso porque há dezenas de processos operacionais que não conseguimos realizar com perfeição ou precisão pela simples falta de alguns profissionais poder oferecer algo mais de de si. "Vamos trocar, demite!", dizem alguns. Mas eu sei o quanto já troquei 6 por meia dúzia nessa busca de encontrar alguém melhorzinho. "Melhora o salário que eles melhoram o trabalho", dizem outros. Mas não se trata de ganhar mais ou ganhar menos, trata-se de querer ou poder fazer bem feito. Até porque quem é capaz de produzir melhor, invariavelmente cresce para funções mais relevantes, e o problema da tarefa banal a ser bem executada volta à tona nas mãos do inexpressivo operário. E até essa tarefa precisa ser bem executada para dar andamento ao ciclo da evolução pessoal.
E nesse mono-debate, respondi para mim mesmo com um exemplo: o mercado de trabalho é igual a um ecossistema. Um vive do outro, um alimenta-se do outro, um é mais poderoso que o outro, e quem nasceu antílope não pode tornar-se leão.
Em parte é verdade. Precisamos de gente com força nos braços, gente com força nas pernas, gente com alta resistência física, gente monótona, gente persistente e gente com habilidade manual para dar andamento aos produtos de gente que pensa, gente que cria, gente que planeja, gente que empreende, gente que arrisca... e assim por diante.
Com isso, o ecossistema funcional precisa de pessoas com todo tipo de característica para que todos sirvam a todos, seja na parte intelectual, seja na parte braçal, e até na parte racional e emocional.
Daí meu outro Eu colocou uma vírgula nessa comparação: mas nem todo mundo que nasce plâncton permanece plâncton para o resto da vida funcional. Há pessoas sem escolaridade, que nasceram sem uma família estruturada e que tornaram-se vencedoras, enquanto outras permaneceram na margem do emprego. É verdade. E nisso podemos dizer que o sucesso não está relacionado ao berço onde se foi gerado, mas ao potencial de desenvolvimento de cada um.
E é nesse aspecto que valorizo a função de cada um no ecossistema funcional, e espero que até aquele responsável por fazer o básico, faça o seu melhor para o bem geral de todos. Já pensou se os insetos voadores se escondessem, do que viveriam as aranhas? E se os roedores se escondesses preguiçosamente, do que viveriam os animais de rapina? E se os antílopes mudassem seus hábitos, do que viveriam os felinos? E se os pássaros não fertilizassem a relva, do que viveriam os herbívoros?
Se no ecossistema da natureza não houvesse harmonia e compromisso de todos naquilo que foram projetados para fazer, o mundo não se manteria. Do mesmo modo, no mundo dos negócios e no mercado de trabalho, é necessário que cada um execute seu papel com mais apreço, a fim de que todo o processo produtivo se desenvolva e as corporações de todos os tamanhos cresçam harmonicamente, valendo-se de cada um com sua competência, potencialidade e perfil.
Esse desabafo não tem por fim acomodar-me e aceitar a morosidade de muitos, mas aperfeiçoar nossos processos internos para reverter um quadro de improdutividade e desinteresse em um quadro de empenho e vontade de vencer. Nem que para isso nosso único e maior investimento seja simplesmente em reter os bons e desistir de promover a evolução dos ruins, simplesmente eliminando-os do mercado de trabalho e convocando Darwin para explicar por que é que muitos humanos não evoluem, nem para o próprio bem...
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Que em 2014 você faça a diferença!
Estamos mais uma vez na véspera dos pensamentos positivos, da expressão dos sentimentos mais bonitos, de lembrar que Jesus nasceu para trazer a alegria, o amor e a compaixão. Estamos novamente em véspera de Natal!
E mais uma vez estou aqui para desejar-lhe meus mais sinceros votos:
Que em 2014 você tenha muita Atitude e Amor Próprio para gozar de boa saúde...
Que em 2014 você tenha muita Compaixão para que alcance alegria promovendo a alegria de quem você ama...
Que em 2014 você tenha muita Iniciativa para que alcance prosperidade através do seu crescimento intelectual e do seu trabalho!
E principalmente, que em 2014 você Abra a Porta do seu Coração para fazer dele a morada de Jesus.
Na esperança de que nesse ano que passou nós pudemos alcançar um outro nível de maturidade, e principalmente encontrar uma comunhão mais próxima de Jesus Cristo e Suas mensagens é que vou desejar-lhe que o ano de 2014 seja próspero para você e sua família, e que seja repleto de saúde e dignidade, pois você merece colher todos os frutos dos seus esforços, sua força de vontade e do seu amor.
E mais uma vez estou aqui para desejar-lhe meus mais sinceros votos:
Que em 2014 você tenha muita Atitude e Amor Próprio para gozar de boa saúde...
Que em 2014 você tenha muita Compaixão para que alcance alegria promovendo a alegria de quem você ama...
Que em 2014 você tenha muita Iniciativa para que alcance prosperidade através do seu crescimento intelectual e do seu trabalho!
E principalmente, que em 2014 você Abra a Porta do seu Coração para fazer dele a morada de Jesus.
Na esperança de que nesse ano que passou nós pudemos alcançar um outro nível de maturidade, e principalmente encontrar uma comunhão mais próxima de Jesus Cristo e Suas mensagens é que vou desejar-lhe que o ano de 2014 seja próspero para você e sua família, e que seja repleto de saúde e dignidade, pois você merece colher todos os frutos dos seus esforços, sua força de vontade e do seu amor.
Que Deus abençoe a todos os meus amigos e leitores nesse próximo ano que inicia,
e tenham todos um Feliz Natal!!
e tenham todos um Feliz Natal!!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
O ladrão e o estagiário
Essa história ilustra uma situação hipotética, mas que oferece a chance de identificarmos componentes promotores do sucesso.
Parte I:
Durante um assalto, o assaltante de bancos gritou para todos no banco: "Não se movam! O dinheiro pertence ao Estado e sua vida pertence a você..."
Todo mundo no banco deitou-se calmamente no chão. Isso é chamado de "Inovação". Mudar a forma convencional de pensar e agir.
De repente uma senhora colocou-se sobre a mesa provocativamente, buscando distrair o meliante, em que o ladrão gritou para ela: "Por favor, seja civilizada. Isto é um assalto e não um estupro!"
Isso é chamado de "ter FOCO". Concentrar-se apenas naquilo que deve fazer até concluir.
Quando os assaltantes voltaram para casa, o ladrão mais jovem (MBA treinee), disse ao ladrão mais velho (sem ensino superior): "Big brother, vamos contar o quanto nós temos."
O assaltante mais velho rebateu e disse: "Calma meu jovem. Há tanto dinheiro que vamos levar muito tempo para contar. Hoje à noite o noticiário da TV vai nos dizer o quanto nós roubamos do banco..."
Isso é chamado de "experiência". Hoje em dia a experiência pode ser mais valiosa do que algumas qualificações do papel!
Parte II:
Depois que os ladrões saíram, o gerente do banco disse ao estagiário para chamar a polícia rapidamente. Mas o estagiário lhe disse: "Espere, vamos retirar U$ 10 milhões do banco para nós mesmos e adicioná-lo aos 70 milhões que já foram desviados do banco".
Isso é chamado de "nadar a favor da maré". Inovar com criatividade e utilizar uma situação desfavorável para seu próprio benefício! A geração Y pode encontrar alternativas interessantes mesmo em situações de crise.
O gerente logo pensa: "Seria bom para nós se houvesse um assalto por mês!"
Isso é chamado de "morrer do tédio", onde a felicidade pessoal não tem nenhuma relação com a realização de feitos e a satisfação do seu trabalho habitual. É uma característica de muitos baby boomers, que ainda se apegam na estabilidade do emprego como garantia financeira, passam a vida toda jogando na loteria esperando enriquecer sem sair de sua caixa e têm certa dificuldade para lidar com inovações em sua rotina.
No dia seguinte, o noticiário da TV informou que U$ 100 milhões, foram retirados do banco. Os ladrões contaram e contaram e contaram, mas eles só podiam contar o montante de U$20 milhões. Os ladrões estavam muito irritados e reclamaram: "Nós arriscamos nossas vidas e só levamos 20 milhões de dólares. O gerente do banco levou 80 milhões de dólares com apenas um estalar de seus dedos. Parece que é melhor ser estudado do que ser um ladrão..."
Isso é chamado, sem trocadilhos, de "O conhecimento vale tanto quanto ouro!". Até para ganhar mais dinheiro desonestamente é preciso ter alguma ciência...
O gerente do banco estava sorrindo feliz porque suas perdas pessoais no mercado de ações foram agora cobertas por este roubo.
Isso é chamado de "Aproveitando sorrateiramente a oportunidade". Ter ousadia para assumir riscos, mesmo quando seu benefício provoque a perda de outrem.
Moral da história: a Experiência do ladrão não superou a criatividade do estagiário do banco para ganhar dinheiro, mas ajudou seu auxiliar a poupar tempo na contagem do dinheiro. O veterano gerente do banco acatou a sugestão do novato estagiário e se deu bem, levando a uma reflexão: Lutar para ganhar dinheiro não é a receita do sucesso... o ideal é buscar conhecimento, começar por baixo para ganhar experiência e ter criatividade pois, com esses atributos, no tempo certo o dinheiro chegará em suas mãos...
Nota: Não sou a favor do ato praticado pelo gerente, mas destaco a importância de se valorizar as ideias promovidas pelos profissionais mais jovens e recém ingressados no mercado de trabalho.
*As considerações introduzidas na história do roubo foram adaptadas de um texto de autor desconhecido.
Parte I:
Durante um assalto, o assaltante de bancos gritou para todos no banco: "Não se movam! O dinheiro pertence ao Estado e sua vida pertence a você..."
Todo mundo no banco deitou-se calmamente no chão. Isso é chamado de "Inovação". Mudar a forma convencional de pensar e agir.
De repente uma senhora colocou-se sobre a mesa provocativamente, buscando distrair o meliante, em que o ladrão gritou para ela: "Por favor, seja civilizada. Isto é um assalto e não um estupro!"
Isso é chamado de "ter FOCO". Concentrar-se apenas naquilo que deve fazer até concluir.
Quando os assaltantes voltaram para casa, o ladrão mais jovem (MBA treinee), disse ao ladrão mais velho (sem ensino superior): "Big brother, vamos contar o quanto nós temos."
O assaltante mais velho rebateu e disse: "Calma meu jovem. Há tanto dinheiro que vamos levar muito tempo para contar. Hoje à noite o noticiário da TV vai nos dizer o quanto nós roubamos do banco..."
Isso é chamado de "experiência". Hoje em dia a experiência pode ser mais valiosa do que algumas qualificações do papel!
Parte II:
Depois que os ladrões saíram, o gerente do banco disse ao estagiário para chamar a polícia rapidamente. Mas o estagiário lhe disse: "Espere, vamos retirar U$ 10 milhões do banco para nós mesmos e adicioná-lo aos 70 milhões que já foram desviados do banco".
Isso é chamado de "nadar a favor da maré". Inovar com criatividade e utilizar uma situação desfavorável para seu próprio benefício! A geração Y pode encontrar alternativas interessantes mesmo em situações de crise.
O gerente logo pensa: "Seria bom para nós se houvesse um assalto por mês!"
Isso é chamado de "morrer do tédio", onde a felicidade pessoal não tem nenhuma relação com a realização de feitos e a satisfação do seu trabalho habitual. É uma característica de muitos baby boomers, que ainda se apegam na estabilidade do emprego como garantia financeira, passam a vida toda jogando na loteria esperando enriquecer sem sair de sua caixa e têm certa dificuldade para lidar com inovações em sua rotina.
No dia seguinte, o noticiário da TV informou que U$ 100 milhões, foram retirados do banco. Os ladrões contaram e contaram e contaram, mas eles só podiam contar o montante de U$20 milhões. Os ladrões estavam muito irritados e reclamaram: "Nós arriscamos nossas vidas e só levamos 20 milhões de dólares. O gerente do banco levou 80 milhões de dólares com apenas um estalar de seus dedos. Parece que é melhor ser estudado do que ser um ladrão..."
Isso é chamado, sem trocadilhos, de "O conhecimento vale tanto quanto ouro!". Até para ganhar mais dinheiro desonestamente é preciso ter alguma ciência...
O gerente do banco estava sorrindo feliz porque suas perdas pessoais no mercado de ações foram agora cobertas por este roubo.
Isso é chamado de "Aproveitando sorrateiramente a oportunidade". Ter ousadia para assumir riscos, mesmo quando seu benefício provoque a perda de outrem.
Moral da história: a Experiência do ladrão não superou a criatividade do estagiário do banco para ganhar dinheiro, mas ajudou seu auxiliar a poupar tempo na contagem do dinheiro. O veterano gerente do banco acatou a sugestão do novato estagiário e se deu bem, levando a uma reflexão: Lutar para ganhar dinheiro não é a receita do sucesso... o ideal é buscar conhecimento, começar por baixo para ganhar experiência e ter criatividade pois, com esses atributos, no tempo certo o dinheiro chegará em suas mãos...
Nota: Não sou a favor do ato praticado pelo gerente, mas destaco a importância de se valorizar as ideias promovidas pelos profissionais mais jovens e recém ingressados no mercado de trabalho.
*As considerações introduzidas na história do roubo foram adaptadas de um texto de autor desconhecido.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Autocrítica para vencer no processo seletivo
Será que estamos preparados para falar de nós mesmos e vender o melhor custo x benefício ao recrutador, envolvendo o conhecimento científico (diplomas), conhecimento prático e valores agregados para aquilo que realmente interessa para cada tipo de empreendimento? Será que nosso perfil está adequado para entrar e fazer parte de um grupo novo, com humildade e flexibilidade para encarar mudanças de rotina e de comportamento, sem expressar uma confiança exagerada?
Às vezes nossa autocrítica está tendendo ao nosso favor, e aquilo que não conseguimos ver em nós mesmos um recrutador experiente vê...
Por isso, não culpe o recrutador pelos seus insucessos. Analise a si mesmo e admita que há pontos a melhorar para que se alcance uma nova conquista.
Use essas dicas a seu favor:
- Conheça o perfil da empresa recrutadora;
- Reformule seu currículo e adeque sua linguagem e sua abordagem exclusivamente e à vaga em disputa;
- Seja direto e objetivo nas explicações;
- Não fique descrevendo suas qualidades gratuitamente, não fique ansioso em falar. Responda com segurança às perguntas do recrutador;
- Não fique dando exemplos de outros empregos para reafirmar suas qualidades se não for convidado a fazê-lo. Deixe que o recrutador conduza a entrevista e concentre-se em falar com clareza e objetividade a tudo o que ele abordar;
- Vista-se adequadamente para cada vaga disputada, pois o figurino pode até desclassificá-lo. O excesso de grife, por exemplo, pode dar a impressão de que o salário oferecido não será suficiente para atender ao seu elevado padrão de vida. Pode ser um fator decisivo para a escolha do outro candidato.
Em resumo, monte um plano estratégico para cada processo seletivo, lembrando sempre que nesse momento você é o vendedor e você é a mercadoria. Encante o cliente, venda-se ao recrutador e Feliz Novo Emprego!!!
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Realizar ou Possuir: Identificando uma fonte de felicidade
Você pode tentar discordar de mim dizendo que seu sonho sempre foi possuir um determinado carro, e que finalmente o realizou, o que lhe proporcionou imensa felicidade. Mas se por outro lado você também sonhou em voar de balão, ou quem sabe até sonhou em atravessar o oceano remando um barco, como o extraordinário Amyr Klink, e um belo dia realizou esse sonho, perceba que durante toda a sua vida lembrará com muito mais orgulho daquilo que você fez do que daquilo que você possuiu.
Isso acontece porque o "possuir" é uma alegria momentânea, que satisfaz necessidades fisiológicas ou de segurança à sua pessoa, enquanto que o "realizar" é uma alegria duradoura, daquelas que você guardará sempre como uma conquista, uma experiência de vida, a qual ninguém nunca mais te tirará.
A moral dessa história é que muitas vezes nos prendemos em conquistar e possuir coisas a vida inteira, deixando de lado pequenas ou grandes conquistas que farão parte permanentemente de sua história. Veja à sua volta os grandes mártires, personalidades e pessoas admiradas por todos: eles se tornaram famosos ou admirados pelo que fizeram, e não pelo que possuíram. Espelhados no sucesso alheio, nós também temos dentro de nós o desejo de alcançar reconhecimento por nossas ações ou atitudes, e não pelas nossas posses, mesmo que elas nos proporcionem certa satisfação.
E no âmbito profissional, o que temos a dizer a respeito?
Temos muito a dizer, principalmente se formos bons administradores e líderes. Isso significa que quando pensarem em motivação de pessoas, o aumento de salário ou de benefícios nem sempre é a ferramenta ideal para reter e alegrar seus colaboradores. Lembre-se que prêmios e benefícios que atinjam o coração e o ego da pessoa serão muito mais valorizados a curto, médio e longo prazo do que um aumento salarial que só satisfaz a curto prazo.
Pensando sob esse ponto de vista, verá que quando puder oferecer ao seu colaborador algo que ele normalmente não buscará com o capital próprio (devido à sua escala de prioridades), terá realmente proporcionado a ele uma satisfação muito valorizada para vinculá-lo à sua empresa.
Com isso, viagens de avião a destinos turísticos ou treinamentos fora da empresa, eventos comemorativos com a presença de alguma personalidade esportiva ou artística para tirar fotos e ganhar autógrafos, ingressos para shows em camarote, e até prêmios de menor expressão como ingressos para cinema e churrascaria em família são presentes que podem fortalecer muito o seu vínculo com seus colaboradores sendo uma das ferramentas do endomarketing.
E essa lição serve também para nós mesmos: será que estamos buscando mais o "possuir" do que o "realizar", e por isso a vida de muitos não passa de uma rotina estressante e burocrática baseada em ganhar dinheiro e possuir coisas? São temas bons para filosofar em uma tarde de domingo...
Assinar:
Postagens (Atom)